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Terça-Feira, 11 de Dezembro de 2018
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Atletas de Florianópolis são favoritas para 7ª edição da Indomit Bombinhas

Prova de trail run reúne corredores de 22 estados brasileiros e de outros cinco países, neste sábado, em Bombinhas

Matheus Joffre
Florianópolis

A monotonia de correr no asfalto cinzento nunca atraiu muito a farmacêutica Maria Clara Hillmann e a professora de inglês Tatiana Schmidt. Especialistas em provas de trail run – corrida em trilhas – e longas distâncias, as duas maratonistas de Florianópolis são favoritas para os 42 quilômetros da Vila do Farol Indomit Bombinhas, que ocorre neste sábado, na paradisíaca cidade de mesmo nome.

Ao todo, a sétima edição da prova deve reunir mais de mil atletas de 22 estados do Brasil e de países como Argentina, México, Uruguai, Áustria e Paraguai. Com percursos de 42 km (individual ou por equipes), 12 km e kids, o circuito desafia os corredores em trechos de trilhas, chão batido e um árduo costão de pedras, além de atravessar dezessete praias de Bombinhas.

Marco Santiago/ND
Maria Clara e Tati participam de prova em Bombinhas neste sábado

“É uma das provas mais técnicas que já fiz e este ano deve ter um nível ainda maior com tantos competidores de fora”, afirmou Maria Clara, que ficou em segundo lugar na Indomit Costa da Esmeralda, no ano passado. “Esta prova é a parte final dos 100 quilômetros da Indomit Costa da Esmeralda”, revelou Tatiana, que foi a terceira colocada na ocasião.

Agora as duas vão tentar subir ao pódio da Indomit Bombinhas e desbancar a atual campeã Anamare Calixto, de Curitiba. “Na verdade, o resultado vem naturalmente. Tem que correr faceiro, se divertindo. Ganhar ou subir no pódio é consequência”, ressaltou Maria Clara. “Eu também gosto de correr pelo prazer que a corrida oferece, gosto deste contato com a natureza. Não me encarno em correr no asfalto”, contou Tatiana.

Dupla concilia atividades profissionais com a corrida

Em Florianópolis, a Lagoa da Conceição, as dunas da Joaquina e as praias servem como locais de treinos para Maria Clara e Tatiana. As duas conciliam a corrida com suas atividades profissionais e têm obtido bons resultados em provas de trail run.

Maria Clara tem uma farmácia de manipulação na Lagoa e treina diariamente na região. “Talvez por não dependermos exclusivamente da corrida, a cobrança é menor. Também não adianta treinar se você não está bem. Às vezes, vale mais matar um treino e ir tomar uma cerveja do que chegar arrebentada na prova”, ponderou.

Tatiana dá aulas de inglês no Sesc e geralmente treina perto de casa, no Continente. “Você tem que procurar treinar em um terreno que simule o que vai encontrar na prova. E aqui em Floripa o que não falta é lugar para treinar para as provas de trail run”, ressaltou. 

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