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Após derrota de virada, atletas do Figueira voltam manifestar incômodo com atraso salarial

Atletas concederam entrevista na zona mista após a 13ª derrota da equipe nesta Série B; Rogério Micale fecha o ano sob pressão no Figueirense

Diogo de Souza
Florianópolis
13/11/2018 às 21H57
Figueirense, do zagueiro Nogueira, perdeu em casa de virada nessa terça - Vinínius Nunes/FFC/ND
Figueirense, do zagueiro Nogueira, perdeu em casa de virada nessa terça - Vinínius Nunes/FFC/ND


A situação no bairro do Estreito não está nada fácil e esse final de ano pode ser mais interminável do que realmente parece. Ao final da derrota de virada para o Paysandu, 3 a 2, dentro do estádio Orlando Scarpelli, o meia Marco Antônio concedeu entrevista na zona mista, lamentou a derrota e criticou a questão de atraso salarial que assombra o clube desde o ano passado.

>>> Figueira abre 2 a 0, recua, toma a virada e se despede do Scarpelli com derrota

“É difícil, a gente tem família”, explicou. Ao ser questionado sobre alguma promessa da direção, o meia – que pouco jogou no ano, foram apenas três na Série B – revelou que “ninguém foi procurado” e “nada foi falado”.

Outros atletas passaram pelas entrevistas e revelaram tristeza, revolta e lamento pela derrota. Todos, inclusive, reiteraram a questão salarial no clube.

Como se não bastasse todo o problema do clube, dependendo dos desdobramentos da 37ª rodada, o Furacão vai para a última rodada correndo o risco de cair para Série C.

A derrota para o Paysandu foi a sétima da equipe dentro de casa – a 13ª na campanha da Segundona.

O grupo terá 11 dias para se preparar frente a última partida na temporada, contra o CRB, no estádio Rei Pelé, em Maceió (AL).

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