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Retrospectiva 2016: Veja os fatos que marcaram o mundo neste ano

Das guerras à eleição de Trump, do avanço do terror à crise humanitária dos refugiados, acompanhe os fatos que ficaram na história em 2016

Equipe/ND
Florianópolis
31/12/2016 às 12H26
Trump adota tom conciliador - Shawn Thew/EPA/Lusa/Agência Brasil

Trump surpreende e se elege presidente dos EUA

- Shawn Thew/EPA/Lusa/Agência Brasil


Trump

Em 8 de novembro, o magnata Donald Trump, um empresário de 70 anos populista e sem experiência política, foi eleito presidente dos Estados Unidos, derrotando a democrata Hillary Clinton.

David Cameron, ex-primeiro ministro britânico. No plebiscito de 23 de junho, os britânicos se pronunciaram a favor da saída da União Europeia  - Divulgação/ND
David Cameron, ex-primeiro ministro britânico. No plebiscito de 23 de junho, os britânicos se pronunciaram a favor da saída da União Europeia - Divulgação/ND



Brexit

No plebiscito de 23 de junho, os britânicos se pronunciaram a favor da saída da União Europeia (UE). O então primeiro-ministro conservador, David Cameron, renunciou e foi substituído por Theresa May. Ela prometeu ativar antes do fim de março o artigo 50 do Tratado de Lisboa, que marcará o início de um período de dois anos para negociar a ruptura.

Aleppo ficou completamente arrasada e população encurralada pela guerra - Civil Defense Idlib/Divulgação/ND
Aleppo ficou completamente arrasada e população encurralada pela guerra - Civil Defense Idlib/Divulgação/ND



 O martírio de Aleppo

Uma das cidades mais antigas do mundo e mais belas da Síria foi também a mais destruída pela guerra, milhares de civis foram mortos, muitos encurralados em seus bairros, tomados pelos rebeldes que lutavam com as tropas leais ao governo de Bashar al-Assad. A cidade ao norte da Síria foi retomada pelas tropas do governo no dia 22 de dezembro. A guerra deixou 310.000 mortos desde março de 2011.

Atentado deixou 86 mortos em Nice em 14 de julho, Dia da Bastilha - Divulgação/ND
Atentado deixou 86 mortos em Nice em 14 de julho, Dia da Bastilha - Divulgação/ND



Terrorismo global

Apesar dos revezes na Síria, no Iraque e na Líbia, o grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindica, ou inspira, muitos ataques no mundo. Vários países ocidentais, incluindo França (86 mortos em Nice), Estados Unidos (49 mortos em Orlando), Bélgica (32 mortos em Bruxelas) e Alemanha foram atingidos por sangrentos atentados. A Turquia também sofreu com uma onda de atentados atribuídos ao EI, ou aos curdos, e que deixaram dezenas de mortos. A África Ocidental também sofre atentados, lançados principalmente pela Al-Qaeda em Burkina Faso e na Costa do Marfim.

Fidel Castro morreu aos 90 anos de idade -  Ismael Francisco/ Cubadebate
Fidel Castro morreu aos 90 anos de idade - Ismael Francisco/ Cubadebate



O adeus a Fidel Castro

Em 26 de novembro, Fidel Castro, pai da Revolução Cubana e última grande figura do comunismo internacional, morreu aos 90 anos, após desafiar 11 presidentes americanos.

A estimativa é que mais de 65 milhões em todo o mundo sejam forçadas a se deslocar de suas cidades e países - Manu Gomez Fotomovimiento/Divulgação/ND
A estimativa é que mais de 65 milhões em todo o mundo sejam forçadas a se deslocar de suas cidades e países - Manu Gomez Fotomovimiento/Divulgação/ND



Refugiados

A questão dos refugiados se tornou a pior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. A estimativa é que ultrapassem os 65 milhões em todo o mundo, segundo a Agência das Nações Unidas para Refugiados, de pessoas que são obrigadas a se deslocar de suas cidades e países pelas guerras e conflitos - 52% dos refugiados são crianças e jovens de até 18 anos. Síria, Afeganistão, Iraque, Somália, Sudão do Sul e na América do Sul, a Colômbia, estão entre os países com maior número de refugiados.

Terremoto destruiu casas, museus, igrejas e carros na Itália - Claudio Accogli/EPA/Agência Lusa
Terremoto destruiu casas, museus, igrejas e carros na Itália. Foram cerca de 300 mortos - Claudio Accogli/EPA/Agência Lusa



Terremoto

O ano também registrou muitos terremotos, em países como Marrocos, Nova Zelândia, Índia, porém foi na Itália o que causou maior devastação, no dia 24 Um tremor de 6 graus na escala Richter abalou a região central do país, devastando cidades como Amatrice, Accumoli e Arquata del Tronto. Nos dois meses seguintes, a Itália sofreu três terremotos com magnitudes superiores a 5 e 6 graus. Eles causaram a morte de quase 300 pessoas e desabrigaram quase 40 mil pessoas.

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