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Os Protegidos da Princesa trouxeram mito indígena amazonense para a avenida

Escola completou o desfile faltando um minuto para o encerramento na passarela Nego Quirido

Redação ND
Florianópolis
26/02/2017 às 01H41

A escola Os Protegidos da Princesa foi a segunda a desfilar na passarela Nego Quirido, em Florianópolis. A agremiação é a mais antiga da cidade e tem 26 títulos no grupo especial.

A escola Os Protegidos da Princesa é a mais antiga da cidade - Felipe Alves/ND
A escola Os Protegidos da Princesa é a mais antiga da cidade - Felipe Alves/ND



Com o enredo "Arapaço - O mito do povo cobra" e apenas um carro alegórico a Protegidos trouxe um mito indígena amazonense para a avenida. Os componentes da escola fizeram alusão aos índios e também aos homens brancos.

A comissão de frente chegou à dispersão aos 48 minutos. A cidadã-samba Michelle Santos e a rainha do Carnaval de Floripa, Chaynei desfilaram na escola. "Estou muito feliz em conseguir desfilar pelo quinto ano na Protegidos. Estou aqui com garra e amor", contou Michelle.

Escola da comunidade do Mocotó tem 26 títulos no grupo especial - Flávio Tin/ND
Escola da comunidade do Mocotó tem 26 títulos no grupo especial - Flávio Tin/ND


No meio do desfile o primeiro mestre-sala da Os Protegidos da Princesa passou mal e precisou sair da avenida para ser atendido. Um dos destaques foi também a presença do Dr. Rey que participou da apresentação na avenida. É a primeira vez dele no Carnaval de Florianópolis. Ele conta que participa do máximo de carnavais possíveis no país.

Presidente Alessandro Padilha, o Leco, chorou muito ao fim do desfile. "Tenho que agradecer  cada uma das pessoas aqui que acreditaram na Protegidos. Valeu muito a pena. Foi um carnaval de muita superação", afirmou. A Protegidos deixou a passarela após 1h09 de apresentação. 

A Protegidos foi a segunda escola a desfilar na passarela  - Flávio Tin/ND
A Protegidos foi a segunda escola a desfilar na passarela - Flávio Tin/ND
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