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Na Praia Brava, em Florianópolis, ressaca destruiu escadas e soterrou postes

Um posto de salva-vidas precisou ser amarrado porque corria o risco de desabar

Michael Gonçalves
Florianópolis
26/09/2017 às 12H29

Para quem não quer arriscar uma queda superior a um metro, a única solução para acessar a Praia Brava pelo canto esquerdo é uma trilha pela mata. Um bar foi o único imóvel afetado, mas uma pequena área de lazer mantida pela associação de moradores também ficou destruída pela violência das ondas. A erosão destruiu escadas e soterrou postes em um dos locais mais badalados da Ilha. Em determinados locais, o mar chegou a dois metros de altura na faixa de areia e a calçada também ficou comprometida. 

Em alguns pontos o mar chegou a dois metros de altura - Flávio Tin/ND
Em alguns pontos o mar chegou a dois metros de altura - Flávio Tin/ND

Para o professor Murilo de Sousa, 58, que mora há três anos na Brava, a destruição é uma reação da natureza à intervenção do homem. “Já vi ressacas antes, mas com tanta intensidade e provocando tanta destruição faz tempo. A última foi na Armação, se não estou enganado. Infelizmente, o prejuízo só ocorre onde o homem faz a sua intervenção”, comentou.

Na Brava, um dos postos salva-vidas precisou ser amarrado para não desabar. Com quase 1,5 quilômetro de extensão, a praia do Norte da Ilha chega a ter 100 metros de faixa de areia em alguns pontos. O fenômeno levou boa parte da areia e a praia ficou com menos de cinco metros nos últimos dias.

Um posto de salva-vidas foi amarrado para não desabar - Flávio Tin/ND
Um posto de salva-vidas foi amarrado para não desabar - Flávio Tin/ND



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