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Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
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Plural visita a exposição de Joan Miró em São Paulo

Após São Paulo, mostra que reúne 112 obras do artista catalão segue para Florianópolis em setembro

Marciano Diogo
Florianópolis
Dariene Pasternak/ND
Serão esculturas, desenhos, gravuras e pinturas que virão para exposição em Florianópolis em setembro deste ano


O Plural  também visita à exposição do artista catalão Joan Miró em São Paulo. A mostra, organizada também pelo Instituto Tomie Othake, acontece na própria sede da entidade na capital paulista. A exposição internacional, que reúne dezenas de esculturas e pinturas do artista, segue para Florianópolis em setembro deste ano, conforme noticiou o Notícias do Dia em abril deste ano. A exposição, que terá abertura no dia 10 de setembro na Capital, reúne 112 obras entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e objetos.

De acordo com a Arteris, companhia de concessão rodoviária que opera a Autopista Litoral Sul, empresa responsável por trazer a exposição de Miró para o Brasil, o investimento foi de um pouco mais de R$ 2 milhões para trazer a mostra do artista catalão para o país. A Arteris também foi responsável por trazer a exposição de Salvador Dalí para São Paulo e Rio de Janeiro, que teve 1,3 milhões de visitantes nas duas cidades. Quanto à exposição de Joan Miró, ainda não há estimativa do número de visitantes. Tanto em São Paulo quanto em Florianópolis, a empresa irá fazer um trabalho especial para levar estudantes para mostra.

 

Dariene Pasternak/ND
Mostra do artista catalão chega no dia 10 de setembro na Capital


O espanhol Joan Miró i Ferrà foi um dos grandes representantes do surrealismo, e começou a pintar seguindo essa escola com quase trinta anos de idade. Fez sua primeira exposição surrealista em 1925, na qual inaugurou sua linguagem. Uma das obras mais reconhecidas de Miró, “Números e Constelações em Amor Com uma Mulher” foi criada em 1941, alguns anos antes do artista iniciar seus trabalhos com a cerâmica e a escultura. No fim de sua vida, o pintor e escultor reduziu os elementos de sua linguagem artística a alguns símbolos, passando a usar basicamente o branco e o preto.

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