Publicidade
Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2019
Descrição do tempo
  • 31º C
  • 23º C

Sem brilho, Avaí perde mais uma na Ressacada. Wellington Nem e Júlio César brilham na Vila Belmiro

Leão da Ilha perdeu a sétima partida dentro de casa, enquanto o Figueira deu show na vitória sobre o Santos

Polidoro Júnior

Arquivo pessoal/ND
Túnel do tempo
No gramado (?) do estádio Adolfo Konder, o policiamento sempre era chamado, para algumas intervenções.

Não tem como
Das 11 partidas na Ressacada, o Avaí acumula sete derrotas. Já era o tempo em que o Leão da Ilha fazia da sua casa o verdadeiro caldeirão. O time sente o abalo, pouco produz e está sendo facilmente dominado, seja dentro ou fora da Ressacada.

Azarado
Nos dois últimos jogos quando entrou na equipe, Rafael Coelho levou muito azar. Diante do Palmeiras foi expulso injustamente e contra o Grêmio a equipe levou o segundo gol aos 25 segundos da etapa final. Eu sugiro que você, Rafael Coelho, procure uma benzedeira.

A sina continua
Vinte e seis jogos, 54 gols sofridos. Se o ataque custa a marcar, a defesa entrega tudo que é uma beleza, com muita facilidade. Batista, vejam só, queria sair jogando, perdeu a bola, correu atrás de quem lhe "roubou", chegou atrasado e o Avaí sofreu o gol. Eu, confesso, cansei de falar desses caras.

Não tem força
O time do Avaí entra em campo cabisbaixo, derrotado, mesmo que os jogadores demonstrem luta, vontade, doação. Para a maioria o que falta mesmo é qualidade. O choro do William eu entendo, mas quem está chorando mesmo é o torcedor avaiano.

Falta brilho
Toninho Cecílio não tem alma de treinador, mas sim de professor Pardal. O que ele inventa é uma grandeza, tanto que jogadores recém chegados, totalmente sem ambiente, fora do clima e da situação crítica, são "testados" em pleno mês de setembro Além disso, qual o compromisso dele com o Avaí e a história do clube? Nenhum. Vai cair com o Avaí e depois vai embora para São Paulo.

Divulgação/ND
Vida boa
O avaiano Zeca, servidor público, está curtindo alguns dias de folga na Suíça, ao lado da esposa Rosa, corretora de imóveis, e mais um casal de amigos. Não esqueceu de levar a camisa do Avaí e também uma bandeira do seu clube de coração. Zeca é filho do ex-presidente do Avaí, José Carlos Loureiro da Luz, o Bolão, que presidiu o clube no biênio 1957/58.

Menos, bem menos
O garoto Jean Deretti, de apenas 18 anos, foi lançado pelo Jorginho diante do Santos, em plena Vila Belmiro, e teve uma boa atuação. O garoto tem habilidade, personalidade forte e será muito útil. O problema é que já estão dizendo que ele tem o mesmo estilo do Messi.

Dupla boa
Seria chover no molhado, mas Wellington Nem e Júlio César deram um show diante do Santos. Ygor foi outro que fez uma grande partida. Na verdade, seria um castigo até um empate, porque o Alvinegro foi quem buscou a vitória e esteve sempre à frente do placar.

Bem nervoso
Dá para dar um desconto, porque ele sempre manteve uma boa regularidade, mas o lateral Juninho estava naqueles dias que nada dá certo. Jorginho observou bem e sacou o jogador na hora certa.

E aquela turma?
Queria ver a cara daqueles manés que foram ao Scarpelli com faixas, cobrando do Jorginho uma conta que não é dele. Além disso, desde quando o treinador "agencia" jogadores no Figueirense? Se fosse na seleção brasileira, no Barça ou no Real Madrid, ele poderia ter muitos interesses.

Campanha
Com a vitória na Vila Belmiro, o Figueirense quebra um tabu de nunca ter vencido lá, interrompe uma sequência de oito resultados positivos do time santista e agora o Alvinegro está há cinco jogos sem perder fora do Scarpelli.

Deu uma brecada
Encheram muito a bola do lateral Bruno, que é um jogador de futuro, mas nada de seleção brasileira e muito menos de taxá-lo de craque. Nas últimas partidas, caiu muito de produção. O perigo com guri novo é elogiar demais, porque a máscara acaba pesando.

Tocaia 1
Na noite de sexta-feira, o repórter Fabrício Corrêa e o cinegrafista Nélson Moraes, da RIC, foram até a sede da Gaviões Alvinegros, pois a notícia inicial seria de um tiroteio no Balneário do Estreito. Na verdade, foram disparados 12 tiros de pistola 9 mm no portão de entrada da sede, que é a casa onde mora o presidente da torcida, Bola Laus, e os pais dele, o querido Marinho Laus e a dona Maria Helena, que é avaiana. Apesar do susto, ninguém foi ferido.

Tocaia 2
A Polícia Civil está investigando, mas isso cheira revide, vingança. Após o último clássico no Scarpelli, houve um confronto no Ticen entre torcedores da Gaviões Alvinegros e Mancha Azul, com disparos de arma de fogo, sendo que integrantes da Gaviões foram detidos e depois liberados, porque ninguém assumiu a posse da arma apreendida. Na semana passada, uma torcedora do Figueirense, sobrinha do Bola, foi agredida no centro da Capital e mandaram alguns recados. É preciso dar um basta, enquanto há tempo. 

Sou contra
Ainda não é caso de Santa Catarina, mas clássico de uma torcida só não pode mais ser descartado. Pode demorar para isso acontecer, mas o futuro é negro. Porém, sou contra, porque seria penalizar a maioria de bem. As autoridades precisam identificar, prender, banir dos estádios e mostrar à população quem são esses "torcedores".

Desespero
Estava assistindo aos minutos finais da partida entre Atlético-PR e Fluminense, quando o árbitro marcou uma penalidade clara do zagueiro Manoel em Lanzini, do Fluminense. Foi o suficiente para o torcedor atleticano querer descontar na arbitragem, a fragilidade do seu próprio time. E vai ficar pior, porque nessa reta final ainda teremos muitos casos de violência. 

Bola Cheia
O Grêmio veio com autoridade de time grande, jogou, buscou a vitória, e fez o resultado na Ressacada. O grande resultado foi do Figueirense, na Vila Belmiro. Já o Joinville começou com o pé direito vencendo o Ipatinga, na fase quente da Série C. Destaque da rodada também para o Vasco, com três gols de Diego Souza.

Bola Murcha
Os resultados do Avaí continuam ferindo a sua fanática torcida e o grupo vai parando de respirar, morrendo aos poucos, cambaleando para a Série B. É triste, mas essa é a tendência, justamente no ano em que estamos com Avaí e Figueirense na Série A. Uma equipe sem pegada e que depende apenas de uns três jogadores, como Felipe, Lincoln e William, não pode ir muito longe.  

 

Publicidade
Publicidade
Publicidade