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Os bastidores, a informação bem apurada, a opinião fundamentada e sem papas na língua você encontra aqui, com Paulo Alceu, um dos mais competentes jornalistas em atividade, com décadas de experiência na cobertura política nacional e internacional. Com colaboração do editor de Política, Altair Magagnin.

A Florianópolis do ladrão de galinha ficou pra trás; parece o Rio de Janeiro nos anos 80

Paulo Alceu
16/07/2017 18h17

Lembro-me quando cheguei no Rio de Janeiro, na década de 70, da tradição do malandro, da violência distante. Bela por natureza.  Na década de 80 começou a contaminação, até alcançar os dias de hoje, com altos índices de criminalidade, mantendo a população refém. O mesmo ritmo que aconteceu por lá, naquele período, está se repetindo aqui em Florianópolis. Bairros onde a polícia não entra. Pessoas tendo dificuldade de voltar para casa em determinados horários. Locais proibidos de circular, se a intenção é o amor à vida. Recordes em homicídios, insegurança. Estamos caminhando, à passos largos, para uma situação que, caso não seja atacada com comprometimento, estaremos fadados a conviver com o domínio da criminalidade, que vem avançando a cada ano que passa. A Florianópolis do ladrão de galinha ficou lá pra trás.

Violência na Costeira do Pirajubaé - Marco Santiago/ND
Violência na Costeira do Pirajubaé - Marco Santiago/ND



8 Comentários

  • Thiago
    E fala de morro mas é aqui que tuas filha irmã e sobrinha vem sarrafo o bumbum nos baile aqui do moca
    Thiago
    Seus lixo sobem no morro então vê se é mesmo de fora o seu bunda mole não sabe o que fala a maioria do pessoal que vem de fora vem justamente para fugir da violência e ter uma vida melhor chega aqui e se depara com tudo que é preconceito seus verme mas Deus não dorme meu amigo isso pode ter certeza
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