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O dia-a-dia de Joinville e região contado por Luiz Veríssimo.

Empresa revela proposta de compensação ambiental para o novo porto

Nota oficial da World Port diz que vai doar R$ 20 milhões e comprar uma área de 215 hectares

Luiz Veríssimo
12/10/2017 17h51

Nota oficial distribuída à imprensa pela World Port revela a proposta de “compensação ambiental” que apresentou às autoridades para obter as licenças necessárias e, finalmente, investir mais de R$ 3 bilhões na construção do seu porto no Sumidouro, uma região de restingas e mangues entre as praias do Forte e Capri, na Ilha de São Francisco do Sul. O destaque é a doação de R$ 20 milhões ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação, uma exigência criada pela Constituição de 1988.

Na proposta para compensar a supressão necessária ao projeto do Porto Brasil Sul, a empresa se compromete a comprar e manter uma área de aproximadamente 215 hectares dentro do município, “com o mesmo bioma da região do Sumidouro”. A manifestação oficial feita esta semana é conseqüência do impasse sobre quem vai analisar o projeto do futuro porto. Um convênio entre o Ibama e a Fatma estabelece que a liberação deverá ser feita pelo órgão estadual. O Ministério Público Federal de Joinville exige que esta incumbência seja do Ibama, mas o órgão afirma que o caso é da Fatma.

Enquanto o impasse persistir até que um juiz federal de Joinville decida, a audiência pública exigida por lei corre o risco de adiada. Ela já ocorreu em setembro, mas foi suspensa por motivo de segurança porque centenas não puderam entrar no Clube Náutico Cruzeiro do Sul. O grupo que é contra o projeto protestou por não poder entrar e até a Cavalaria da PM foi chamada.

O processo de liberação do terminal marítimo de Itapoá, iniciado pelo Grupo Battistella demorou mais de 10 anos. Durante a sua inauguração, os investidores apresentaram um painel revelando que foram obrigados a obter mais de 100 documentos.   

Destaque na América Latina

Multinacional brasileira, líder mundial no mercado de blocos e cabeçotes de ferro para motores, com sede em Joinville, a Tupy teve a qualidade de seus produtos reconhecida pela MAN Latin America por meio de uma  premiação na última semana de setembro em São Paulo. Maior fabricante de caminhões e a segunda maior de ônibus (Volkswagen) da América do Sul, a MAN premiou a Tupy durante o “One Award”, evento destinado aos parceiros que mais se destacaram em 2017 na América Latina. A empresa joinvilense é a principal fornecedora de blocos e cabeçotes da montadora alemã.

 

Cabo Joacir

Um grupo de amigos e ex-colegas de farda do Cabo Joacir está organizando um almoço beneficente dia 22 (domingo) no CSU do Itaum, zona Sul de Joinville. A renda da “galinhada” (R$ 30,00) será para ajudar a família que está enfrentando problemas financeiros devido à demora do repasse da pensão. Policial exemplar e muito querido na região, Cabo Joacir foi executado dentro de uma loja de calçados na rua Monsenhor Gersino por integrantes de uma facção criminosa. Todos que participaram da ação estão presos.

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