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Quinta-Feira, 17 de Janeiro de 2019
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Formado em psicologia, Luiz Carlos Prates nasceu em Santiago, no Rio Grande do Sul, e pratica o jornalismo há 58 anos. Homem de posicionamento, perspicácia e ponto de vista diferenciado, ele tece comentários provocativos, polêmicos e irreverentes, abordando os fatos do dia a dia e pautas voltadas a comportamento.

  • Não existe efeito sem causa, é uma lei física irrevogável.

    Vou falar de uma “novidade” nos Estados Unidos...  mas antes preciso dar umas voltas. Vamos lá.

    Não existe efeito sem causa, é uma lei física irrevogável. De há muito discute-se o talento de certas pessoas, alguns juram pelo Juízo Final que certos talentos são absolutamente naturais, vêm de berço. E vindo de berço, não se pode fazer nada quando não temos talento parecido. Esse tipo de fala é a dos fracassados na vida, a dos que acreditam que existem ideias inatas. Nunca ouviram dizer que tudo o que está no intelecto passou antes pelos sentidos, que não há ideias inatas? Cabeças ocas.

    Talento todos temos, mais das vezes em estado potencial. Potência é a capacidade de vir a ser. Então, que procuremos por nossos talentos, eles existem. E de um deles virá o nosso sucesso na vida. Inobstante essa verdade, os vacilões do comodismo, da covardia, decidem ficar pelo caminho, buscando desculpas ou condenando por qualquer razão os vendedores que lhes causam[...]

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  • Michelle e o Milagre do Papai Noel da Rua 34

    Michelle me fez lembrar de um filme que eu nunca mais esqueci, daqueles filmes que nos marcam e que sobre ele já falei incontáveis vezes em palestras para jovens em escolas. O filme? “O Milagre da Rua 34”. É um filme de Natal, mas que pode ser visto a qualquer momento do ano, o que conta nesse filme é a mensagem, a história é linda, mas vou lembrar agora apenas de uma cena, a cena que comento com os alunos.

    Numa certa tarde, o Papai Noel de uma loja estava recebendo crianças, ouvindo seus pedidos, sorrindo e sendo fotografado com elas, até que... Surge uma menina, de uns 5 anos, o Papai Noel a abraça e começa a conversar com ela. Nisso, a mãe da menina intervém e diz ao Papai Noel que não é preciso conversar com a menina, ela é surda-muda. O Papai Noel sorri e ato contínuo começa a conversar com a menina pela língua dos sinais, Libras. A menina esgarça um sorriso e os dois ficam trocando ideias por um bom tempo. O Papai Noel encantara a menina e a todos[...]

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  • Vida social é remédio de primeira classe na vida.

    Quero falar um pouco com os mais velhos, mas se você é jovem não vire a página, o assunto também lhe interessa, e muito. Fique por aqui.

    E começo a nossa conversa dizendo que tenho lido, cada vez com mais regularidade, o avassalar da depressão, das ansiedades, do câncer e dos suicídios. O que há? Nenhuma dessas apoquentações humanas é virótica, é ou são pegadas por contágios... E dizendo o que vou dizer, alguns podem ficar impacientes comigo, paciência, a verdade é um remédio muito amargo, mas... precisamos dele. Cuidemo-nos seriamente dessas doenças sociais e de gênese muito pessoal.

    Vida social, por exemplo, é remédio de primeira classe na vida. Há pouco estava lendo, novamente, resumos sobre um Fórum da Longevidade realizado em São Paulo, onde um dos médicos participantes fez uma síntese bem objetiva do que precisamos para uma velhice de mais qualidade. E por tratar desse assunto é que pedi ao jovem leitor que ficasse por aqui, afinal, o jovem[...]

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  • Entrei num supermercado e dei de cara com uma garota, uns 15 anos, de calcinha...

    As coisas vão de mal a pior. Não duvides, duvidar é sinal de ou ingenuidade ou algo bem mais desagradável. Vou logo dar exemplo de que vamos de mal a pior. As roupas sempre fizeram distinção entre as pessoas, distinção de elegância, educação ou, em sentido contrário, de vulgaridade, mau gosto. E agora desponta no horizonte das ruas uma nova onda, uma onda criada por comerciantes... Mas que fique claro, tudo o que o comércio faz, tudo, sem exceção, visa ao lucro, não ao bem.

    Esta minha rusga tem uma razão, como sempre. E a razão vem desta manchete: - “Indústria da moda começa a sair do “ser” para entrar no “seja você mesmo”.

    Pelo que entendi, a elegância, os cuidados com o vestir, estão abrindo espaços para o chamado “casual”, uma espécie de vale tudo, desde, é claro, que a indústria continue vendendo e vendendo mais. Oferecer elegância, bom gosto, está “fora de moda”, é isso? 

    Esse “seja você mesmo” é o que anda por aí e[...]

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