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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Formado em psicologia, Luiz Carlos Prates nasceu em Santiago, no Rio Grande do Sul, e pratica o jornalismo há 58 anos. Homem de posicionamento, perspicácia e ponto de vista diferenciado, ele tece comentários provocativos, polêmicos e irreverentes, abordando os fatos do dia a dia e pautas voltadas a comportamento.

  • O milagroso "cosmético" que transforma feiura em beleza

    Tenho nos meus arquivos muitas histórias de mulheres que saíram do nada para uma vida de comodidades e longe da miséria em que viviam. O que fizeram essas mulheres? Já conto.

    Antes, preciso lhe fazer uma pergunta. Você se acha feia ou feio? Não se preocupe, há um meio muito seguro de você mudar dessa “feiura” em que se encontra para uma beleza que todos vão admirar. Um passe de mágica? Um passe de mágica.

    Antes de tudo, devo dizer que as mulheres que estão nos meus arquivos como vitoriosas existenciais, saíram da miséria ao se tornarem... vendedoras. Vendedoras de cosméticos. Mulheres amazônicas, viviam no “meio do mato” e mesmo assim vendiam muito e mudaram suas vidas. A explicação é fácil: não há quem não queira ficar bonita, bonito, não há que não queiram cheirar bem... Cosméticos produzem esses “milagres”, mas... Há um outro cosmético que também produz milagres, tornando os feios lindos. Sabes qual é? A competência num trabalho,[...]

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  • Suas postagens em redes sociais revelam quem você é

    Vou falar das cabeças estonteadas que andam por aí, e andam se achando, o que é pior. Mas antes de dizer do que me traz até você, preciso, mais do que nunca, dar antes algumas voltas. Com licença.

    Poucos escapam e acho isso muito bom, escapam da degola na seleção de pessoal nas empresas. Até “ontem”, o que mais reprovava pessoas nas tentativas de emprego era a entrevista. A entrevista faz-nos revelar quem somos, sem rodeios nem dissimulações. Tem que ser muito ingênua a pessoa para mentir – tentar mentir – diante de um psicólogo-selecionador de pessoal. Há modos de pegar o mentiroso no contrapé, aliás, os delegados sabem bem disso, ô, se sabem... E hoje, as empresas têm mais recursos para flagrar os safados que tentam vaga em seus quadros. Sim, safados. Sabes por quê? Porque esse pessoal não se dá conta de que hoje, mais que as radiografias na medicina, as redes sociais deixam sem defesa a quase toda a população. Quase toda, sempre há os prudentes[...]

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  • Suas postagens em redes sociais revelam quem você é

    Vou falar das cabeças estonteadas que andam por aí, e andam se achando, o que é pior. Mas antes de dizer do que me traz até você, preciso, mais do que nunca, dar antes algumas voltas. Com licença.

    Poucos escapam e acho isso muito bom, escapam da degola na seleção de pessoal nas empresas. Até “ontem”, o que mais reprovava pessoas nas tentativas de emprego era a entrevista. A entrevista faz-nos revelar quem somos, sem rodeios nem dissimulações. Tem que ser muito ingênua a pessoa para mentir – tentar mentir – diante de um psicólogo-selecionador de pessoal. Há modos de pegar o mentiroso no contrapé, aliás, os delegados sabem bem disso, ô, se sabem... E hoje, as empresas têm mais recursos para flagrar os safados que tentam vaga em seus quadros. Sim, safados. Sabes por quê? Porque esse pessoal não se dá conta de que hoje, mais que as radiografias na medicina, as redes sociais deixam sem defesa a quase toda a população. Quase toda, sempre há os prudentes[...]

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  • Quem trabalha só por dinheiro, ganhe o que ganhar será sempre mal pago

    Ocorre com muita frequência. Muitas vezes, testemunhamos uma pessoa ou grupo xingando outra ou outras, e damos razão a quem xinga... Damos razão, mas não nos damos conta de que nós também poderemos ser xingados e por razões semelhantes. É aquela história de vermos a trave nos olhos alheios e não nos nossos...

    O fato que agora vou resumir já o testemunhei incontáveis vezes, fui narrador de futebol por 25 anos e dei várias voltas ao mundo com o futebol, nada de novo, nada de novo daqueles tempos ao hoje em dia. O fato a que testemunhei aconteceu em Porto Alegre, na frente dos vestiários do Internacional.

    Foi assim: o Internacional tinha perdido “mais um” jogo e a torcida, frustrada e irada, foi para a frente dos vestiários e começou a chamar os jogadores de mercenários. E pedia raça em campo.

    Vamos lá. Quem são os mercenários? Eram, ou são, soldados que se “vendiam”, ou se vendem, a um grupo para lutar por soldo, por dinheiro, nunca por uma causa. A[...]

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