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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018
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Formado em psicologia, Luiz Carlos Prates nasceu em Santiago, no Rio Grande do Sul, e pratica o jornalismo há 58 anos. Homem de posicionamento, perspicácia e ponto de vista diferenciado, ele tece comentários provocativos, polêmicos e irreverentes, abordando os fatos do dia a dia e pautas voltadas a comportamento.

  • Em busca da sorte...ele caiu da escada e quebrou o queixo

    Vou contar algumas histórias, todas reais, tenho nomes, endereços e CPFs dos camaradas, mas... você sabe como é, você conta uma história, absolutamente verdadeira, e o idiota, protagonista da história, depois vem dizer que não é verdade. E como não existe “fake news” com nomes trocados, vamos lá...

    Acabei de ler num site de jornalismo a história de um sujeito muito conhecido, não diria famoso, mas muito conhecido, que estava com a data do casamento marcada para um próximo dia 15... Tudo bem, tudo pronto, o sujeito tem dinheiro, mas... antes de casar consultou uma “vidente”. Pra quê! A vidente desaconselhou a data do dia 15, bem melhor seria o casamento no dia 21... Por quê? – Ah, o dia 15 tem algumas nuvens sobre ele, o casamento pode ter muitas encrencas, já no dia 21 tudo irá às mil maravilhas... Pode uma estupidez dessas? Pode, claro que pode, haja vista o escandaloso número de paspalhos que andam acrescentando consoantes geminadas ao nome ou[...]

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  • O azar humano de acreditar em crendices e superstições

    É isso mesmo, o ser humano não tem saída. A consciência da morte o faz um tonto existencial, o único ser vivo da terra que anda em círculos, e se achando o tal... O ser humano é o único ser vivo infeliz. De uma infelicidade que lhe resulta do que, para muitos, é o grande diferencial humano: a consciência. Antes de dizer sobre o que hoje me traz a você, deixe-me apenas relembrar que na ignorância moram todos os vícios, e que no muito saber reside todas as angústias. Não temos saída. Toda esta conversa vem de uma reportagem que acabo de ler sobre superstições. Superstições são credos estúpidos. Todos os temos, todos. Muitas vezes, nossas superstições estão disfarçadas em credos “inocentes”...

    Algumas das superstições do nosso dia-a-dia transcendem o ridículo, põem o ridículo no bolso. Crer, por exemplo, que gato preto dá azar. De onde vem isso? Vem da Idade Média, a idade das trevas. Gato preto, porque preto, era sinônimo de trevas, e[...]

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