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Sábado, 19 de Janeiro de 2019
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Formado em psicologia, Luiz Carlos Prates nasceu em Santiago, no Rio Grande do Sul, e pratica o jornalismo há 58 anos. Homem de posicionamento, perspicácia e ponto de vista diferenciado, ele tece comentários provocativos, polêmicos e irreverentes, abordando os fatos do dia a dia e pautas voltadas a comportamento.

  • O caminho mais longo é sempre o caminho mais seguro

    Os “espertos” querem furar a fila da vida, acham que os atalhos buscados pelas suas falsas “espertezas” os vão levar mais cedo ao sucesso, otários. O caminho mais longo é sempre o caminho mais seguro. O caminho mais curto é o caminho buscado pelos fracassados da vida, os que acham que há como subir na vida sem esforços, persistência e caráter. A escada do bem-estar e do sucesso tem muitos e cansativos degraus, sem elevador. O que estou dizendo veio-me à cabeça depois de ouvir um educador britânico, Paul Johnson.

    Ele fala duro sobre família, filhos, educação e vida. E não transige, como hoje é comum entre os indolentes adultos que se dizem pais e vão dando aos filhos tudo o que podem para anestesiá-los da falta de amor. Quem ama puxa rédeas, sem pena nem remorsos.

    Johnson diz que – “Sem uma família mais forte, jamais reduziremos as taxas de criminalidade a níveis toleráveis”. Veja bem, ele fala da sociedade em que vive, a britânica. Se lá é[...]

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  • O que faz algumas pessoas serem mais sortudas que outras

    Apesar de todos os avanços em ciências e saberes de toda sorte, as pessoas, por contundente maioria, continuam atoladas na lama das crendices e, mais que tudo, da estupidez. Veja esta manchete de um site de jornalismo: - “O que faz algumas pessoas serem mais sortudas que outras”. Não é uma pergunta, é uma afirmação.

    Antes de tudo, ninguém jamais vai provar que existe sorte como algo que anda por aí a premiar algumas cabeças e outras não... O que muitas vezes parece sorte é apenas o resultado de algumas ações e energias pessoais que nem mesmo a pessoa “sortuda” vai suspeitar... Pesquisadores metafísicos russos chegaram a afirmar que o vencedor de um grande prêmio de loteria “viu” antes, no inconsciente e por meios ainda desconhecidos, os números que seriam sorteados, apostou neles e ganhou. Não seria uma sorte gratuita... Essa sorte seria o resultado de uma visão prévia e inconsciente dos números que seriam sorteados. Discutível, mas... uma[...]

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  • Você decide: viver bem na sua casinha ou muito mal fora dela...

    Sim, é isso, vou falar um pouco sobre as pessoas que andam fora da casinha, andam estonteadas, tastaviando, andam como bêbadas... O que está havendo?

    A primeira questão curiosa nessa discussão é que hoje tudo é bem mais fácil que “ontem”, um passado nada remoto. Os mais velhos devem lembrar que faz poucas décadas uma mulher desquitada era espiada nos cantos das janelas pelas outras mulheres, as “casadas”, malcasadas, mas que estavam casadas... Uma desquitada era objeto de risos, chacotas, acusações, tudo. E os homens desquitados? Ah, esses voltavam ao páreo dos corações, eram homens cobiçados, nada depunha contra eles, afinal, desquite só lesava as mulheres. Sociedade canalha.

    Mas como disse, há muita gente fora da casinha e exatamente num momento em que desaparecem os preconceitos, o trabalho é facilitado por tecnologias, não há pobre que não tenha carro, não há pobre que não ande para lá e para cá, viajando... Tudo numa facilidade pouco[...]

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  • A Psicologia tem todos os poderes, pode produzir “milagres”...

    Que assunto nojento. Mas é preciso voltar a ele. Estava quieto no meu canto, peguei um jornal que acabara de chegar e fui indo página a página, marcando o que ia ler mais tarde, em paz. Em paz?

    Não deu para chegar em paz ao fim da leitura. Fico fora dos sapatos quando leio um médico, famoso na televisão, opinando sobre assuntos onde não tem competência para arrazoar-se: as energias da fé, por exemplo. Aqui começou a encrenca.

    O tal sujeito, todo metido, disse, sem tremer o beiço, que – “Milagres não existem, são criações do imaginário humano”. O estulto não sabe que “voar” também era criação do imaginário humano e que hoje nem olhamos mais para os aviões que passam?

    Não aceito que um médico, um semideus para muitos desavisados, desmanche nas almas dos aflitos o refúgio da fé, fé que envolve a crença nos milagres. É preciso que o tal médico saiba (e estupidamente não sabe) que chamamos de “milagres” tudo o que a ciência “ainda”[...]

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