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Sexta-Feira, 20 de Julho de 2018
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Cozinha de Estar é onde quero receber você, sua família e amigos para experiências gastronômicas saborosas e especiais.
Luciane Daux é consultora gastronômica, food stylist, professora e colunista de gastronomia. Estudou no ICIF – Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros. Graduada em Administração de Empresas e especialista em Marketing.

  • Em Milão, faça como os milaneses e desfrute da excelência da gastronomia italiana

    A Lombardia é uma das regiões mais gastronômicas da Itália. Aliás, em se tratando do país da bota é difícil achar uma que não se destaque. Portanto, estando em Milão, capital lombarda, qual seria o pedido que não se pode deixar de fazer? Ossobuco alla milanese (ou à moda de Milão). E o milanese aparece aqui porque as fatias de canela de boi são passadas na farinha antes de serem fritas e depois cozidas. Faça em casa, experiente! É um prato rico, de inverno, suculento e gostoso e todos vão amar! Para acompanhar? Um risotto giallo, de açafrão. Buon appetito!

    Bife à milanesa? Oi?
    A gente quer te contar que não existe bife à milanesa na Itália, como conhecemos aqui. Por isso não pague mico, não peça! No máximo peça a cotoletta alla milanese, que é o carré de vitelo passado em ovo e farinha de rosca, e depois frito na manteiga. É uma delícia!

    Japonês queridinho ainda mais contemporâneo - Nicholas Balsini
    Japonês queridinho ainda mais contemporâneo - Nicholas Balsini


    Japonês queridinho mais contemporâneo
    A[...]

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  • Brioche, j’aime! Conheça a receita e a história por trás desse delicioso pão.

    De todos os pães tradicionais, esse é o mais rico e mais saboroso. À sua massa são acrescentados leite, gemas e manteiga (ah, a infalível manteiga ...). O pão tem sua origem na França do século XVII, na região da Normandia. Os formatos mais comuns são o Parisienne, com uma bolinha menor sobre outra maior, e o Nanterre, com várias bolas de massa colocadas lado a lado, de onde parece ter surgido a semelhança com a trança.

    229 da Revolução Francesa - Divulgação
    229 da Revolução Francesa - Divulgação


    229 anos da Queda da Bastilha e os brioches de Maria Antonieta
    O ano era 1789. Em frente ao Palácio Trianon, em Paris, a multidão faminta pedia por comida. “Se o povo não tem pão, que coma brioche", teria dito Maria Antonieta, mulher de Luís XVI, rei de França, que literalmente perdeu a cabeça – ela e o marido. A Revolução Francesa, que teve seu auge na Queda da Bastilha no dia 14 de julho de 1789, deu início à Idade Contemporânea, e ficou marcada pela proclamação dos princípios[...]

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  • Bélgica: em jogo, uma seleção gastronômica de respeito

    A Bélgica joga hoje às 15h contra o Brasil. Embora estejamos torcendo pela classificação do nosso time nas quartas de final da Copa do Mundo, sou obrigada a reconhecer que eles têm uma seleção gastronômica de tirar o chapéu. Batatas fritas, endívias, aspargos, couves de Bruxelas, queijo Limburger, por exemplo. Peixes e frutos do mar são muito apreciados, em especial os mexilhões (mariscos), que servem com batatinha frita e chamam de mules et frites. E as cervejas? Você poderia beber um por dia durante dois anos, sem repetir a marca. Para o banquete de hoje abra aquela feita pelos monges trapistas!

    Gastronomia e arquitetura
    Comemos primeiro com os olhos, é um fato. Além de apresentação dos pratos, o ambiente conta muito na hora de escolhermos um restaurante. O restaurante assinado por Diogo Lemos, na mostra de decoração que acontece até o próximo dia 22 em Itapema, é um presente para os olhos e o paladar. Além de funcionar normalmente durante os horários da[...]

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  • Hoje tem nhoque, uma receita simples mas que frequenta os mais elegantes restaurantes

    Comer nhoques (gnocchi, em italiano) nos dias 29 de cada mês, diz a lenda, traz fartura e dinheiro. O primeiro registro que se tem do nhoque data do século 17. Nasceu da escassez de alimento e nas casas mais humildes. O pão velho era ralado e então misturado a um pouco de farinha e água para dar liga. Então faziam pequenas bolinhas e cozinhavam num caldo de legumes. A invenção ficou gostosa e passou a frequentar as casas mais abastadas.

    Mas ... e as batatas? Essas só entraram na receita no século 18, trazidas da América Central. - Pixabay PublicDomainPictures
    Mas ... e as batatas? Essas só entraram na receita no século 18, trazidas da América Central. - Pixabay PublicDomainPictures


    A brincadeira é ...
    ... ao comer nhoques, colocar algum dinheiro sob o prato, servir-se de sete nhoques e comê-los de pé, o que deve ser feito aos dias 29 de cada mês. Diz a lenda que esse ritual , traz fartura e dinheiro. Vamos fazer?

    Nhoque de batata doce e espinafre - Pixabay Primalfuture
    Nhoque de batata doce e espinafre - Pixabay Primalfuture

    Nhoque de batata doce e espinafre
    1 kg de batata doce cozida e espremida
    1 maço de espinafre cozido, picado e[...]

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