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Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018
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Diariamente o comentarista aborda a rotina, contratações e analisa os jogos de Avaí e Figueirense. A história do futebol Catarinense é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que fizeram história no futebol do estado.

  • A "intertemporada" pode ser bem aproveitada: descanso, recuperação e entrosamento.

    Por causa da “data Fifa” – jogos das eliminatórias e amistosos internacionais- o campeonato brasileiro  das séries A e B dá uma parada beneficiando as equipes que ficam um bom tempo sem jogos oficiais. Para  Avaí e Figueirense é uma espécie de intertemporada. Se bem aproveitada, bem planejada, pode trazer inúmeros benefícios como recuperação física e médica de atletas, além de “entrosamento” entre o grupo de jogadores e comissão técnica. Bom para àquela contratação pontual, já que até a bola voltar a rolar, o reforço tem tempo de adaptação. Possivelmente ocorra algum jogo-treino para colocar os atletas em atividades, livrando-os da rotina desgastante de apenas treinamentos.

    Clássico Figueirense x Avaí - .
    Clássico Figueirense x Avaí - .



  • A autenticidade das declarações do Marquinhos Santos: o caso "minhoca"

    Não esperem do meia Marquinhos Santos do Avaí aquelas entrevistas comuns, com frases feitas tipo “vamos manter a pegada”, “vamos continuar unidos” ou “ouvir o que o professor tem a dizer”. Sempre que os repórteres fazem as perguntas, sabem que ouvirão respostas sinceras e diferenciadas. Marquinhos Santos é “boca grande”, como se diz na gíria lá de Biguaçu onde ele foi criado: fala mesmo! Em muitas oportunidades, essa sinceridade foi confundida com provocação ou algo parecido. Experiente, o galego tem se controlado ultimamente, pois sabe a consequência de uma declaração mal compreendida. Mas, continua sendo o mesmo – fugir da pergunta, jamais!

    FOFOCA

    Ontem na coletiva após falar do grupo, do trabalho, Marquinhos Santos ao ser questionado sobre uma cópia da sua conversa com o empresário Luiz Alberto, ironizou o acontecido e explicou o que todos já sabiam. O termo utilizado, é termo de boleiro, de resenha, de conversa privada. Marquinhos Santos[...]

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  • A cada nova temporada, Romarinho tenta provar que não é apenas filho do craque Romário

    O atacante Romarinho sabe que a cada nova temporada ele entra em campo para provar que é jogador de futebol, e não apenas filho do craque Romário, hoje senador da república. Até aqui, a sua carreira foi obscura. As manchetes recebidas são por conta do pai famoso, e não propriamente pelos gols e pelas jogadas.

    O jovem jogador sabe que tem uma missão difícil: como brilhar, trilhar o próprio caminho tendo uma sombra tão grande e intimidante como a do seu pai? Não é fácil, mas essa é a missão do camisa nove. O Figueirense está dando a oportunidade para o jogador se afirmar. Neste domingo (14)  no jogo-treino, Romarinho marcou um gol na vitória do alvinegro diante do Fluminense de Joinville.

  • A chamada "bola parada" da Chapecoense é letal. Merece atenção total do Figueirense

    Além da qualidade do elenco da Chapecoense e pelo fato de enfrentar o adversário no seu estádio onde é sempre muito forte – no estadual tem 100% de aproveitamento-, o treinador Milton Cruz do Figueirense sabe que terá que anular umas das jogadas onde o time do oeste é mais eficiente e letal. Os lançamentos de bolas alçadas na área, ou a bola parada, como é popularmente conhecida. Nesse estadual, o time do Gilson Kleina tem abusado dessas jogadas, na maioria delas efetuadas com muito perigo e eficiência pelos atletas de sua equipe. Na verdade, cada vez mais o futebol tem sido decidido dessa forma. Se com bola rolando as marcações de ambas as equipes se equivalem pelo aprimoramento físico dos atletas, uma bola ou uma falta quando bem aproveitada, desmonta todo o posicionamento e marcação do adversário. Atenção total, Milton Cruz.

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