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Quinta-Feira, 17 de Janeiro de 2019
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Diariamente o comentarista aborda a rotina, contratações e analisa os jogos de Avaí e Figueirense. A história do futebol Catarinense é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que fizeram história no futebol do estado.

  • 2017: Nova temporada e tempo de mudanças no Figueirense

    Um Figueirense bastante modificado em relação ao time que foi rebaixado no ano de 2016. É essa a sinalização da nova mentalidade no Orlando Scarpelli. Prova que a temporada passada deixou marcas profundas e feridas expostas. As recentes declarações do presidente Wilfredo Brillinger são provas disso. Há nas entrelinhas de suas palavras:  decepção e frustração. Sem disfarçar, não poupa  os jogadores que segundo o presidente “apenas vieram para passear, sem nenhum comprometimento”.  Com o rebaixamento decretado, começou a limpa nas pessoas que comandavam o futebol do alvinegro. As caras agora são novas. O torcedor magoado- com um pé atrás-, torce para que o Figueirense reencontre o seu rumo.

    EXIGÊNCIA

    Mesmo com um calendário com várias competições em 2017, a principal exigência do torcedor alvinegro para a temporada, é o retorno para a série A do brasileiro. Mesmo que conquiste o estadual e faça boas campanhas em outras competições, o final do[...]

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  • A "intertemporada" pode ser bem aproveitada: descanso, recuperação e entrosamento.

    Por causa da “data Fifa” – jogos das eliminatórias e amistosos internacionais- o campeonato brasileiro  das séries A e B dá uma parada beneficiando as equipes que ficam um bom tempo sem jogos oficiais. Para  Avaí e Figueirense é uma espécie de intertemporada. Se bem aproveitada, bem planejada, pode trazer inúmeros benefícios como recuperação física e médica de atletas, além de “entrosamento” entre o grupo de jogadores e comissão técnica. Bom para àquela contratação pontual, já que até a bola voltar a rolar, o reforço tem tempo de adaptação. Possivelmente ocorra algum jogo-treino para colocar os atletas em atividades, livrando-os da rotina desgastante de apenas treinamentos.

    Clássico Figueirense x Avaí - .
    Clássico Figueirense x Avaí - .



  • A autenticidade das declarações do Marquinhos Santos: o caso "minhoca"

    Não esperem do meia Marquinhos Santos do Avaí aquelas entrevistas comuns, com frases feitas tipo “vamos manter a pegada”, “vamos continuar unidos” ou “ouvir o que o professor tem a dizer”. Sempre que os repórteres fazem as perguntas, sabem que ouvirão respostas sinceras e diferenciadas. Marquinhos Santos é “boca grande”, como se diz na gíria lá de Biguaçu onde ele foi criado: fala mesmo! Em muitas oportunidades, essa sinceridade foi confundida com provocação ou algo parecido. Experiente, o galego tem se controlado ultimamente, pois sabe a consequência de uma declaração mal compreendida. Mas, continua sendo o mesmo – fugir da pergunta, jamais!

    FOFOCA

    Ontem na coletiva após falar do grupo, do trabalho, Marquinhos Santos ao ser questionado sobre uma cópia da sua conversa com o empresário Luiz Alberto, ironizou o acontecido e explicou o que todos já sabiam. O termo utilizado, é termo de boleiro, de resenha, de conversa privada. Marquinhos Santos[...]

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  • A base do alvinegro que está surpreendendo na Copinha pode salvar o ano do Figueirense?

    A campanha surpreendente dos garotos do Figueirense na Copa São Paulo Júnior, eliminando times grandes como Flamengo e Palmeiras tem feito muitos torcedores questionaram sobre a possibilidade desses jovens atletas serem melhores aproveitados no time principal nesta temporada.  Pelo que conheço o treinador Hemerson Maria, não tenho dúvida que dois ou três atletas desse grupo se integrarão ao elenco principal. O problema é saber se o próprio torcedor alvinegro terá paciência com esses jovens assim que entrarem em campo. O tratamento dado para um jovem egresso das categorias de base costuma ser diferente de um jogador “medalhão” que chega como salvador. A diretoria, no entanto, precisa tratar muito bem sobre esta questão. Não custa lembrar que a geração que conquistou a “copinha” em 2008 foi praticamente jogada fora no próprio estádio Orlando Scarpelli.

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