Publicidade
Sábado, 16 de Fevereiro de 2019
Descrição do tempo
  • 27º C
  • 22º C

Diariamente o comentarista aborda a rotina, contratações e analisa os jogos de Avaí e Figueirense. A história do futebol Catarinense é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que fizeram história no futebol do estado.

  • Se o campeonato estadual não "vale nada" por que os treinadores são demitidos?

    O campeonato estadual "não vale nada", é apenas uma competição que serve de laboratório para o campeonato brasileiro. Certo? Errado!

    É uma competição, é um jogo e se os resultados não aparecem, a pressão da torcida e da impressa ocorre. Até porque se realmente não valesse nada, por qual motivo então os treinadores seriam demitidos? Tudo certo, que alguém possa responder que a saída de um profissional faça parte desse tempo de experiências, mas geralmente não é o caso. Não ganhou, um abraço. 

    Nesta segunda, mais dois treinadores foram demitidos no campeonato estadual: Mabília não treina mais o Metropolitano e o Silas saiu do comando técnico do Tubarão após não ganharam uma partida sequer pelas suas equipes. De dez equipes, três já demitiram seus treinadores, o primeiro foi o Bruque com a saída do Paulo Baier, hoje comandado pelo Marcelo, ex-zagueiro do Avaí. 

    O estadual "não vale nada", tá bom!

    Leia mais
  • Figueirense: os bastidores da saída do treinador Milton Cruz

    DEMISSÃO DO CRUZ

    No Figueirense uma situação inusitada: o treinador é demitido após ganhar o clássico e empatar com o líder Fortaleza fora de casa na sequência. Só que esses resultados considerados excelentes desmoronam no jogo seguinte em casa. Na derrota para o CSA, vice-líder da competição e a consequência extracampo desse resultado negativo, fazem com que Milton Cruz deixe o cargo.  A verdade é que o treinador não assimilou bem a “invasão” na coletiva quando dois torcedores o xingaram. Essas vozes “vazaram” nos áudios da entrevista. Milton Cruz ficou desconcertado, desorientado e não conseguiu organizar as palavras. Mesmo que tenha dito que estava acostumado com essa situação na época em que trabalhava no São Paulo. Foi visível o seu desconforto. Resumo: os fatores externos é que levaram a sua saída. Não havia mais clima para sua permanência.

    PRESSÃO

    Num primeiro momento a diretoria negou a saída do profissional. O presidente Cláudio[...]

    Leia mais
  • Milton Cruz pede para deixar o Figueirense? Clube nega e segue com programação normal

    Agora à noite recebi algumas ligações de torcedores sobre uma possível saída do treinador Milton Cruz. A informação é que o professor alvinegro está descontente com as fortes cobranças que vem recebendo. No sábado, após a derrota para o CSA, dois torcedores invadiram a coletiva para protestar contra o seu trabalho. Ademais, nas coletivas Milton se obriga a tocar em assuntos internos do clube. E isso está incomodando. 

    Conversei agora com o Ronaldo Nascimento, diretor de comunicação do Figueirense que me garantiu : o trabalho prossegue normalmente com o treino regenarativo marcado para a manhã desta segunda (10) no CFT, em Palhoça. E completou "não chegou nada para nós nesse sentido  [ o pedido de demissão do Milton Cruz ] qualquer alteração aguardo o departamento de futebol me passar". 

    PS: O repórter Jose Henrique Koltermann setorista do clube da rádio Guarujá, acaba de informar que conversou com o treinador Milton Cruz e que ele negou o pedido[...]

    Leia mais
  • Claudinei Oliveira fora do Avaí; chegou a hora da diretoria levar o futebol a sério

    A queda do treinador Claudinei Oliveira teve antes de tudo um culpado: a própria diretoria que apostou no seu trabalho após a queda do Avaí para a segunda divisão no fim do ano passado. Com a renovação do seu contrato, a diretoria endossou o chamado futebol reativo: ou seja, muita bola para o adversário e sofrimento durante os noventa minutos.

    Mas, com Claudinei Oliveira sendo o treinador, a realidade é que o próprio não fez absolutamente nada para justificar a aposta no seu nome. A sua demissão foi correta e justa, os números depõem contra o seu trabalho: nesse ano, só desilusão para os torcedores, com as eliminações na Copa do Brasil; o sexto lugar no estadual e o início com derrota na série B. O Avaí não vence há oito jogos (em onze partidas venceu apenas um jogo!).

    Mas com o treinador Claudinei Oliveira já é passado, chegou a hora da diretoria começar a trabalhar “de verdade” no sul da ilha; levar o futebol a sério e respeitar a tradição do[...]

    Leia mais
Publicidade
Publicidade