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Sábado, 17 de Novembro de 2018
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Diariamente o comentarista aborda a rotina, contratações e analisa os jogos de Avaí e Figueirense. A história do futebol Catarinense é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que fizeram história no futebol do estado.

  • Por dois anos seguidos foi o Milton Cruz quem salvou o Figueirense do rebaixamento

    Os números e o aproveitamento mostram que o ex-treinador salvou o alvinegro em duas temporadas. 

    Quando o treinador Rogério Micale assumiu o comando técnico do Figueirense, o alvinegro tinha o melhor rendimento nos jogos longe do Scarpelli. Hoje cai para o sétimo lugar. Dentro de casa, a equipe tinha a décima sétima posição hoje, permanece nessa situação. O levantamento é do atento torcedor Vilmar Barboza Jr.  Ou seja, desde que o Micale chegou, o Figueirense conseguiu piorar em todos os sentidos. Resumindo, por dois anos seguidos, foi o treinador Milton Cruz que salvou a equipe do rebaixamento para a série C. No ano passado ao assumir a equipe no Z4 e salvando o time do Estreito do desastre e nesse ano deixando o Figueira na quinta posição brigando pelo acesso. A questão aqui não é a avaliação positiva ou negativa  do trabalho do ex-treinador, são os números que mostram isso: os pontos conquistados e aproveitamento do Milton Cruz em campo salvou o[...]

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  • Milton Cruz concede entrevista exclusiva para o ND e afirma: "trabalhei e quero receber".

    A matéria do intrépido Diogo de Souza publicada hoje (23) na seção de esportes do Jornal Notícias do Dia causa uma espécie de indignação, mal-estar e deixa o torcedor alvinegro muito preocupado. O repórter conversou com Milton Cruz. Direto, o ex-treinador do clube afirma “trabalhei sério, me dediquei ao máximo e só quero o que me pertence”. Ou seja, além dos salários atrasados do atual elenco e funcionários, o boa-praça Milton é mais um a se juntar com outros na fila de espera pelo pagamento. “O clube também deve parte da premiação do ano passado”.

    Triste situação, e confesso que me causa surpresa. Explico: o treinador era muito próximo do presidente Cláudio Vernalha, estavam sem juntos, não só no Scarpelli e no CFT, quanto também em reuniões sociais. Se aproximados assim está sem receber, imagina os distantes.

    Outra declaração interessante do Milton Cruz é que ele ainda não entendeu bem o motivo da sua saída e da forma que foi. Ele foi[...]

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  • É preciso dizer o seguinte: o Figueirense piorou com a chegada do Rogério Micale

    COM MICALE, PIOROU

    É preciso dizer o seguinte: o Figueirense piorou com a chegada do treinador Rogério Micale. Não que ele não esteja trabalhando bem ou que é um mau profissional, longe disso. O seu currículo e as conquistas o credenciam para o cargo. A constatação aqui é objetiva: são quatro jogos, dois empates e duas derrotas. No campo nenhuma inovação tática, nenhuma “digital aparente” do técnico na forma do alvinegro jogar. Fora de casa com o ex-treinador Milton Cruz a equipe sabia como se comportar e buscar preciosos pontos. Nem isso agora está ocorrendo. As derrotas longe do Scarpelli para o Londrina e Sampaio Corrêa foram merecidas. Mas existe uma semelhança entre o Micale e o Cruz: as desculpas esfarrapadas na coletiva de imprensa. Sempre tem um culpado: a chuva, o vento, o calendário, a bola...

    PROJETO

    O perfil de um treinador que o Figueirense precisava na saída do Milton Cruz era para ser de um profissional que chegasse “agitando” o[...]

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  • Figueirense: os bastidores da saída do treinador Milton Cruz

    DEMISSÃO DO CRUZ

    No Figueirense uma situação inusitada: o treinador é demitido após ganhar o clássico e empatar com o líder Fortaleza fora de casa na sequência. Só que esses resultados considerados excelentes desmoronam no jogo seguinte em casa. Na derrota para o CSA, vice-líder da competição e a consequência extracampo desse resultado negativo, fazem com que Milton Cruz deixe o cargo.  A verdade é que o treinador não assimilou bem a “invasão” na coletiva quando dois torcedores o xingaram. Essas vozes “vazaram” nos áudios da entrevista. Milton Cruz ficou desconcertado, desorientado e não conseguiu organizar as palavras. Mesmo que tenha dito que estava acostumado com essa situação na época em que trabalhava no São Paulo. Foi visível o seu desconforto. Resumo: os fatores externos é que levaram a sua saída. Não havia mais clima para sua permanência.

    PRESSÃO

    Num primeiro momento a diretoria negou a saída do profissional. O presidente Cláudio[...]

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