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Diariamente o comentarista aborda a rotina, contratações e analisa os jogos de Avaí e Figueirense. A história do futebol Catarinense é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que fizeram história no futebol do estado.

Fernandes está de volta ao Scarpelli: mas o que exatamente significa o retorno do ídolo?

O retorno dos ídolos corrige uma das maiores insanidades ocorridas na história recente do Figueirense

Fábio Machado
11/08/2017 09h34

O ídolo Fernandes aceitou voltar para o Figueirense; vai novamente pisar no estádio Orlando Scarpelli cumprindo alguma função dentro do clube que ele fez história e aprendeu a amar. Mas o que significa exatamente essa ação e esse movimento iniciado pelos torcedores nas redes sociais e acolhido pelos novos parceiros do clube?

Para início de conversa, uma correção de um dos atos mais insanos já vistos na história recente do Figueirense:  a expulsão pela porta dos fundos de ídolos do clube. Já escrevi na coluna de ontem, que a gradativa ausência de público no Scarpelli iniciou exatamente após esse episódio envolvendo o Fernandes e o goleiro Wilson (isso sem contar o Albeneir que certa vez foi barrado no portão do estádio e do Balduíno que foi proibido de pisar no gramado em uma entrevista “ao vivo” para um programa de TV).

Ídolos são ídolos, por que justamente eles fizeram a massa vibrar, suaram a camisa  –honraram-na!, E, acima de tudo, sujaram os uniformes. Ídolos não precisam de privilégios, só precisam ser bem-vindos, sempre!

Virar as costas para os ídolos é virar as costas para a história, para as páginas escritas – sabe-se lá com quantos sacrifícios?

O retorno do Fernandes corrige um erro grandioso, restabelece a ponte com o principal motivo de existir o futebol – o torcedor.

Mostra que os novos parceiros estão nesse ponto iniciando bem; estão ouvindo o apelo do torcedor nas ruas e nas mídias sociais. Clube de futebol sem a presença ídolos, tira do torcedor o referência, perde o elo  entre o passado e o presente: e o pior, deixa desnorteado em relação ao futuro.

E pra fechar, prova que todo esse movimento- do retorno dos ídolos – é  o  iniciou do fim da gestão Wilfredo Brilliger. Novos tempos!

Fernandes é o maior artilheiro da história do Figueirense com 108 gols - Eduardo Valente/Arquivo ND
Fernandes é o maior artilheiro da história do Figueirense com 108 gols - Eduardo Valente/Arquivo ND



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