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Sábado, 17 de Novembro de 2018
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Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens da cidade e da região

  • "A cada R$1 investido no Carnaval, R$ 5 voltam em hotelaria e consumo", diz Liesf

    Em conversa nesta segunda-feira à tarde com a Liesf  e presidentes das escolas, Gean Loureiro (PMDB) reiterou que, a exemplo do que ocorreu no início deste ano, a administração municipal não vai fazer repasses diretos às agremiações e que o Carnaval 2018 terá que ser viabilizado com recursos da iniciativa privada. Ele matou no peito o modelo idealizado pelo staff da Secretaria de Turismo, que pretende viabilizar o desfile na passarela Nego Quirido com a arrecadação das atrações da arena central, responsabilidade das empresas que vencerem o edital a ser lançado pela prefeitura. Também ficou acertada a assinatura de um convênio para a cessão da passarela para a Liga. Isso vai garantir R$ 1,5 milhão para as seis escolas do Grupo Especial.

    Reunidos em seguida, reservadamente, os dirigentes resolveram aceitar a proposta e garantir o restante dos recursos via Lei Rouanet e governo do Estado. “O que conseguirmos arrecadar a mais é que vai definir a qualidade do[...]

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  • "A Lei de Acesso à Informação foi uma mudança de paradigma", diz consultor

    Durante sua passagem por Florianópolis na semana passada, para o lançamento da nova versão do Portal de Transparência do governo do Estado, Fabiano Angélico disse que a LAI (Lei de Acesso à Informação) brasileira é uma das melhores do mundo e que significou uma mudança de paradigma. A LAI, segundo ele, teve o grande mérito de inverter a lógica, ao considerar a transparência como regra, e não exceção. Consultor da ONG Transparência Internacional no Brasil, o jornalista acredita que o poder público precisa avançar na interlocução com a sociedade e que as informações nos sites públicos devem ser cada vez mais claras e acessíveis. “Em primeiro lugar, as pessoas e a sociedade precisam compreender que têm direito à informação, precisam ser treinadas para os mecanismos de transparência”, afirmou em entrevista na terça-feira, logo após evento no Teatro Pedro Ivo.

    Fabiano Angélico diz que agora transparência deve ser regra, e não exceção - divulgação/ND
    Fabiano Angélico diz que agora transparência deve ser regra, e não exceção -[...]
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  • "A meta é reciclar 90% do lixo orgânico de Florianópolis até 2030"

    Criado por decreto publicado durante a semana, o programa Capital Lixo Zero tem o desafio de discutir a quantidade de lixo produzido em Florianópolis e a forma de tratamento dos resíduos. Nesta entrevista, o superintendente municipal de Habitação e Saneamento, Lucas Arruda, fala sobre os primeiros passos e as metas até 2030.

    Com o decreto em vigor e feito o lançamento oficial do programa Capital Lixo Zero, quais os próximos passos?
    A primeira coisa é implantar o grupo de governança que vai assessorar a prefeitura na condução do programa, composto pela sociedade civil, para cumprir um dos assuntos previstos no decreto. Em seguida, vamos fazer avaliação das metas de curto prazo e todas as ações que estão sendo feitas pela administração municipal, como o plano de investimentos, o estudo de grandes geradores, o projeto de lei de revisão da taxa de lixo etc.

    Quais são as metas que o programa pretende alcançar em termos de diminuição da produção de lixo e[...]

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  • "A música das mulheres funciona como resistência e empoderamento", diz pesquisador

    Professor da rede municipal de Florianópolis, Rodrigo Savelli Gomes lança no próximo dia 28, na Udesc, o livro "MPB no Feminino". Nesta entrevista à coluna Bom Dia, Savelli fala sobre as principais conclusões da pesquisa. "As mulheres sempre foram muito ativas musicalmente. O que tem mudado é é o interesse do público, os produtores estão mais interessados, as mídias, e com isso estamos cada vez mais conhecendo e ouvindo a produção feminina".

    Uma das conclusões da pesquisa é que o universo musical é predominantemente machista?
    Não diria exatamente que o universo da música é machista. Há vários "universos musicais", alguns deles sim, bastante machistas, e outros, por exemplo, compostos majoritariamente por mulheres.  O que eu argumento é que se projeta muito mais a produção musical masculina, a músicas dos "grandes" homens. A música das mulheres fica em segundo plano ou até mesmo invisível, como se não existisse. Isso faz com que imaginemos que as [...]

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