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Domingo, 20 de Janeiro de 2019
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Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens da cidade e da região

  • Saiba como usar os patinetes elétricos em Florianópolis

    Os cerca de 300 patinetes elétricos que foram colocados à disposição para uso compartilhado no Centro e na Avenida Beira-Mar Norte estão despertando curiosidade de moradores e turistas que visitam Florianópolis. A experiência já é considerada um sucesso. São cerca de 3 mil usuários por dia.

    Segundo o secretário de Cultura, Esporte e Juventude, Ed Pereira, a análise dos trajetos com maior demanda pode ajudar na definição de políticas públicas sobre ciclovias, ciclofaixas e até possível redução de velocidade de veículos em alguns trechos.

    Como funciona o sistema, das 7h às 22h:

    Patinetes elétricos estão sendo testados em Florianópolis - Divulgação, ND
    Patinetes elétricos estão sendo testados em Florianópolis - Divulgação, ND


    _ O serviço funciona pelo aplicativo Grin, disponível em Android ou IOS;
    _ Por meio dele, é possível localizar o patinete mais próximo e desbloqueá-lo;
    _ Ao final da corrida, o usuário pode deixar o equipamento em qualquer via pública, desde que não atrapalhe o fluxo de veículos e pedestres;

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  • Florianópolis prepara nova escala teste para receber cruzeiros turísticos no verão

    Depois dos problemas detectados na simulação realizada no dia 24 de março, no trapiche de Canasvieiras (foto), o município de Florianópolis articula uma nova escala teste sobre cruzeiros no Norte da Ilha. Está em tramitação na prefeitura e também em órgãos federais como a SPU (Secretaria de Patrimônio da União) um pedido de licença, feito por uma empresa local, para construção de um trapiche na região de Canajurê. Caso as devidas autorizações oficiais saiam, a expectativa é de realização de um teste em março ou abril do ano que vem, já na estrutura viabilizada pela iniciativa privada. “O problema maior não foi a estrutura do píer, e sim o tempo de deslocamento até o trapiche, que ficou em média de 30 minutos”, afirma o superintendente de Turismo, Vinícius de Lucca. No novo local, o percurso cairia pela metade, tempo “competitivo”, segundo de Lucca. Caso o cronograma Entre as questões apontadas pela Antaq (Agência Nacional de Transportes[...]

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  • Superintendência de Turismo diz que Florianópolis passou no teste da escala de cruzeiros

    Na avaliação do superintendente municipal de Turismo, Vinícius de Lucca, Florianópolis passou no teste de cruzeiros, realizado  no sábado (24) em Canasvieiras. Uma das adequações, segundo ele, deve ser “a diminuição do tempo de fila”. “O receptivo em si, logística de vans, veículos em geral e a segurança funcionaram a contento da operadora e do município”, afirmou. A secretaria vai reunir-se com a MSC para solicitar a inclusão da Capital como destino efetivo de transatlânticos para a temporada 2018/2019. “Se concordarem e se a Antaq aprovar, queremos receber já em novembro”, projeta Vinícius. Calcula-se que nas 10 horas que o MSC Preziosa permaneceu em Florianópolis o movimento econômico foi de R$ 1,8 milhão.

    Depois da operação de sábado, Florianópolis quer voltar à rota do turismo de cruzeiros - Flávio Tin, ND
    Depois da operação de sábado, Florianópolis quer voltar à rota do turismo de cruzeiros - Flávio Tin, ND



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  • Tarifas e infraestrutura são desafios para transporte marítimo na Grande Florianópolis

    A apresentação do catamarã que vai testar o transporte marítimo da Grande Florianópolis foi um aperitivo promissor do que pode ser a implantação de um serviço regular entre os municípios da região. Confortável, a embarcação fez em 12 minutos o trajeto entre o Veleiros da Ilha, na Prainha, e a Ponta de Baixo, em São José, alternativa viável para driblar os rotineiros congestionamentos na Via Expressa e nas pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles. Depois de obtida a  autorização definitiva da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, o projeto exigirá atuação conjunta e investimentos das prefeituras de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu nos respectivos terminais. Dois pontos são fundamentais para estimular mudanças de hábitos: tarifa justa, que seja competitiva em relação às passagens de ônibus, e uma infraestrutura nos terminais de embarque e desembarque que facilite a integração entre os demais modais de transporte.

    Catamarã terá capacidade de 180 passageiros sentados e mais três tripulantes - Michael Gonçalves/ND
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