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Quarta-Feira, 21 de Novembro de 2018
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Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens da cidade e da região

  • "Não tenho compromisso de acomodar ninguém", diz Gean sobre comissionados

    O prefeito Gean Loureiro (MDB) disse nesta quarta-feira (31) que a avaliação de desempenho dos cerca de 400 comissionados da administração municipal, que serão exonerados no dia 31 de dezembro, faz parte do “novo momento do governo”, que completa dois anos e entra na segunda metade em janeiro. Ele descartou qualquer relação com o fim da gestão do partido no Estado e a necessidade de acolher aliados emedebistas que ficarão desempregados com a saída de Eduardo Pinho Moreira.

    “Não tenho obrigação com ninguém, não tenho compromisso de acomodar quem quer que seja“, reagiu, garantindo que o critério para as decisões sobre quem vai ficar e sair da prefeitura serão pautadas pela competência profissional. “Só garanto a permanência do Bruno Oliveira (chefe de gabinete) e do Constâncio (secretário da Fazenda), todos os demais podem ser reavaliados”, complementou Gean.

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  • Aprovado projeto que cria cargos comissionados na Prefeitura de São José

    Em sessão tensa, a Câmara de São José aprovou nesta segunda-feira (24), por 10 votos a 5, a criação de 15 novos cargos comissionados na estrutura da administração municipal.  A bancada governista defendeu a proposta, argumentando que as vagas são necessárias para atendimento de novas demandas. A oposição contestou, argumento que o momento de crise não combina com aumento da máquina e de gastos com pessoal.

    Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, a maior parte dos cargos será para atuação no CEU (Centro de Esportes e Arte Unificados) do bairro Ipiranga, que será inaugurado sábado. “Para viabilizar a abertura, foram chamados alguns concursados e, nas áreas em que não tínhamos concurso em aberto, a saída foi criar estes cargos”, explica nota enviada à coluna.

  • Entidade empresarial protesta contra a criação de cargos comissionados no TJ-SC

    O presidente da Facisc (Federação das Associações Comerciais de SC), Jonny Zulauf, enviou nesta segunda-feira (23) ofício ao governador em exercício Rodrigo Collaço manifestando posição contrária ao projeto aprovado na Alesc que cria 462 cargos de comissionados no Tribunal de Justiça de SC. Em nome do setor produtivo, Zulauf disse que "há absoluta falta de recursos financeiros" no Estado. “Nosso argumento é a responsabilidade fiscal, da qual o próprio Poder Judiciário é guardião”, ressalta Zulauf no documento enviado ao desembargador, que assumiu o Executivo em em função da licença do governador Eduardo Pinho Moreira (MDB),em viagem de férias ao exterior.

  • Impacto de projeto da Câmara de Florianópolis sobre assessores chega a R$ 1 milhão por ano

    Apresentado nesta segunda-feira pelo presidente da Câmara, Guilherme Pereira (PMDB), e subscrito pela mesa diretora, o projeto de resolução que aumenta em 15% a verba de gabinete para contratação de assessores representa um impacto financeiro de R$ 483 mil no segundo semestre – julho a dezembro. A partir de 2019, a mudança significará um gasto extra anual de R$ 1 milhão. O cálculo oficial está entre os anexos da proposta, publicada em primeira mão pelo blog da coluna na manhã de ontem, e pode ser ainda maior se forem considerados os desembolsos com vale-alimentação dos funcionários que forem contratados.

    Conforme a proposta, o valor mensal disponível para pagamento de comissionados passa dos atuais R$ 20 mil para R$ 23 mil por gabinete. Além disso, o número máximo de cargos, que hoje é 10, sobe para 12.

    Segundo a mesa diretora, o impacto financeiro está dentro do limite de gastos com a folha de pagamento e as adequações são coerentes com a “realidade[...]

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