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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018
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Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens da cidade e da região

  • Regulamentação sobre a Ilha do Campeche volta a ser discutida em Florianópolis

    O Ministério Público Federal convocou os representantes do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e associações de pescadores e de barqueiros para conversa sobre o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que vai regular a visitação e preservação da Ilha do Campeche na temporada 2018/2019. A reunião com a procuradora da República Analúcia Hartmann está marcada para a próxima sexta-feira (23), na sede do MPF. Novamente, o ponto central da discussão principal será a fiscalização para garantir o cumprimento sobre o acordo, como a regra que trata do número máximo de visitantes. No verão passado, ficou definido o limite de 800 pessoas por dia, mas a atuação de barcos irregulares extrapolou essa quantidade. Tombada como patrimônio, e na lista dos oito mais importantes sítios arqueológicos do país, a Ilha do Campeche recebe cerca de 70 mil visitantes a cada temporada.

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  • Prefeitura de Florianópolis admite erro em orçamento para o sistema cicloviário

    A Prefeitura de Florianópolis admitiu nesta quinta-feira (15) que os valores previstos no projeto orçamentário para investimentos no sistema cicloviário em 2019 estão abaixo do que determina a legislação municipal. Emenda à LDO, do veeador Maikon Costa (PSDB), aprovada em julho e sancionada por Gean Loureiro (MDB), determina que o modal receba investimentos de 20% do Fundo Municipal de Trânsito, algo em torno de R$ 3,6 milhões.

    Ocorre que o texto em tramitação no Legislativo dstina apenas R$ 1,9 milhão. Segundo o chefe de gabinete da PMF, Bruno Oliveira, houve um erro na elaboração do projeto e o valor correto acabou saindo em outra rubrica. O governo pediu que o líder na Câmara, vereador Renato Geske, corrija o equívoco. A questão está sendo acompanhada de perto pela Amobici (Associação de Mobilidade por Bicicleta e Modos Sustentáveis).

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  • Proposta orçamentária descumpre emenda sobre sistema cicloviário em Florianópolis

    A proposta que prevê receitas e despesas para 2019 reserva menos recursos ao sistema cicloviário de Florianópolis do que estabelece uma emenda aprovada à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) em julho – e sancionada por Gean Loureiro (MDB) – que determina investimentos de 20% dos recursos do Fundo Municipal de Trânsito. O percentual equivale a R$ 3,6 milhões ao ano.

    No entanto, o texto encaminhado à Câmara destina apenas R$ 1,9 milhão, equivalente a 52% do total previsto na lei municipal. A questão preocupa os integrantes da Amobici (Associação de Mobilidade por Bicicleta e Modos Sustentáveis), que vai conversar com os vereadores e com a prefeitura a respeito.

    Fabiano Faga Pacheco, associado da Amobici, considera “muito lento” o ritmo de expansão da malha cicloviária na cidade. Ele cita o Abraão, no Continente, como exemplo positivo, mas também pontual. “Falta um planejamento global”, critica.

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  • “Está faltando espírito de coletividade”, afirma empreendedor social citado pela Forbes


    ENTREVISTA/FÁBIO SILVA, empreendedor social

    Considerado pela revista “Forbes” como principal empreendedor social do Brasil, Fábio Silva passou por Florianópolis esta semana e conversou com a coluna sobre a causa. Ele ficou conhecido pelo trabalho à frente da ONG Novo Jeito e do projeto Transforma Recife, em Pernambuco.

    Fábio Silva, empreendedor social em Recife - Marco Santiago, ND
    Fábio Silva, empreendedor social em Recife - Marco Santiago, ND



    O que é empreendedorismo social?
    O empreendedor social diagnostica um problema social e pensa em desenvolver soluções para resolvê-lo. Pode ser em qualquer área, educação, saúde, geração de renda. No meu caso, escolhi a pauta do engajamento cívico, um problema do Brasil. Apenas 4,3% da população brasileira tem engajamento cívico, voltado à agenda de cidadania, ação voluntária. Dedico minha atuação a fazer esse número crescer. Há pouca participação da sociedade civil. O cidadão é cliente da Pátria e não protagonista

    Você usa a frase “a dor do outro[...]

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