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Sábado, 19 de Janeiro de 2019
Descrição do tempo
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • O inferno sonoro invade as praias, mas a empatia não vem ao caso

     

    Num telejornal local, a simpática veranista explica à repórter que leva sua caixinha de som portátil para a praia com o objetivo de “criar um clima”. Em volta dela, outras dezenas de pessoas, acomodadas sob guarda-sóis e sentadas em suas cadeiras, fazem o mesmo: ouvem os repertórios favoritos, em geral músicas dos gêneros funk, sertanejo ou pagode.

    Quem vai à praia não precisa criar clima, a praia é o clima, com suas areias, o mar e as diversões saudáveis dentro e fora da água.

    Não que antes não houvesse esse problema, mas a “sonzeira” na praia era utilizada por meio de automóveis estacionados com seus potentes equipamentos de som. O que mudou foi a portabilidade, qualquer um pode carregar a sua caixa de som – ativada por Bluetooth - e criar a atmosfera que quiser em torno de si, sem respeitar quem está próximo – quando esse alguém quer apenas sossego e diversão sem barulho.

    Mais incompreensível é que a Polícia Militar tenha de organizar[...]

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  • Boi de mamão também deve ser tombado como patrimônio cultural de Florianópolis

    Crianças do NEI do Campeche curtindo a brincadeira tradicional da cidade - Divulgação PMF
    Crianças do NEI do Campeche curtindo a brincadeira tradicional da cidade - Divulgação PMF



    Depois da inscrição do terno de reis como patrimônio cultural imaterial e intangível de Florianópolis, o próximo passo deve ser o processo de tombamento do boi de mamão, outra herança de origem luso-açoriana que se mantém viva na Capital e outros municípios litorâneos. A professora Roseli Pereira, superintendente da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, lembrou no ato de reconhecimento do terno de reis, assinado pelo prefeito Gean Loureiro no dia 4 de janeiro, que muitas comunidades acabam se dedicando às duas atividades folclóricas e, ainda, às festas do Divino. Ou seja, são culturas convergentes e complementares, cada qual com suas características.  
    O presidente do Conselho Estadual de Cultura, Marcondes Marchetti, observou para este colunista que o boi de mamão deve também ser estudado e discutido para se tornar patrimônio cultural e[...]

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  • Boi de mamão também deve ser registrado como patrimônio cultural de Florianópolis

    Crianças do NEI do Campeche curtindo a brincadeira tradicional da cidade - Divulgação PMF
    Crianças do NEI do Campeche curtindo a brincadeira tradicional da cidade - Divulgação PMF



    Depois da inscrição do terno de reis como patrimônio cultural imaterial e intangível de Florianópolis, o próximo passo deve ser o processo de registro do boi de mamão, outra herança de origem luso-açoriana que se mantém viva na Capital e outros municípios litorâneos. A professora Roseli Pereira, superintendente da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, lembrou no ato de reconhecimento do terno de reis, assinado pelo prefeito Gean Loureiro no dia 4 de janeiro, que muitas comunidades acabam se dedicando às duas atividades folclóricas e, ainda, às festas do Divino. Ou seja, são culturas convergentes e complementares, cada qual com suas características.

    O presidente do Conselho Estadual de Cultura, Marcondes Marchetti, observou para este colunista que o boi de mamão deve também ser estudado e discutido para se tornar patrimônio cultural e[...]

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  • Mais do que radares, é preciso cuidar das sinaleiras

    Choque entre BMW de motocicleta foi causado por sinaleira com luz intermitente - Carlos Damião
    Choque entre BMW e motocicleta foi causado por sinaleira com luz intermitente - Carlos Damião


    Um grave acidente na manhã de sexta-feira (4), na esquina da Avenida Beira-Mar Norte com a Travessa Rufino João da Silva, mobilizou três equipes de emergência (Samu, Bombeiros e Unimed) para atendimento à vítima, um motociclista. O veículo dele foi atingido por um automóvel BMW e atirado a mais de 50 metros do ponto de colisão, exatamente embaixo da sinaleira – sentido Centro-UFSC. O motociclista trafegava no sentido contrário e entrou no acesso à travessa (que liga a Beira-Mar à Rua Almirante Lamego), mas a sinaleira estava no modo intermitente, desde o fim da tarde do dia anterior. Ou seja, o equipamento permaneceu com defeito durante mais de 12 horas, o que é muito comum naquele cruzamento. O motociclista foi estabilizado no local, com múltiplas faturas, e levado para o Hospital Celso Ramos.

    O acidente poderia ter sido evitado se as equipes que cuidam do[...]

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