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Quarta-Feira, 16 de Janeiro de 2019
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Ana Lúcia Coutinho começa a definir prioridades da FCC

     

    A presidente Ana Lúcia (ao fundo), reuniu-se nesta segunda com grupo de servidores da FCC - Divulgação/Fernanda Peres
    A presidente Ana Lúcia (ao fundo), reuniu-se nesta segunda com grupo de servidores da FCC - Divulgação/Fernanda Peres


    A presidente da FCC (Fundação Catarinense de Cultura), historiadora Ana Lúcia Coutinho, reuniu-se nesta segunda-feira com um grupo de servidores da instituição, dando início a um ciclo de planejamento e gestão para um ano muito especial. Em 2019 a FCC completa 40 anos de fundação e há uma intensa e criativa programação a ser cumprida ao longo do ano.

    Ana Lúcia tem se dedicado a conhecer as ações propostas pelo corpo técnico e os projetos para as casas administradas pelo órgão. Também analisa a situação financeira e as principais urgências da FCC.

    A presidente da FCC, uma das escolhas mais felizes para a equipe do governador Carlos Moisés, é graduada e especialista em História pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), doutora em Antropologia de Ibero-América pela Universidade de Salamanca (Espanha) e Estudos[...]

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  • Aqueles verões alegres e inesquecíveis da Ilha de Santa Catarina

      

    Abertura do verão, em dezembro de 1982: mais de cinco mil pessoas na Joaquina - Marco Cezar/Mural
    Abertura do verão, em dezembro de 1982: mais de cinco mil pessoas na Joaquina - Marco Cezar/Mural

    Atrações da abertura do verão na Joaquina: música, esporte, desfile de moda - Marco Cezar/Mural
    Atrações da abertura do verão na Joaquina: música, esporte, desfile de moda - Marco Cezar/Mural


    Antes da avalanche de turistas, entre as décadas de 1970 e 1980, o verão em Florianópolis era menos festivo e mais restrito a encontros familiares e de amigos. Opções para diversão eram os bares de beira de praia, que em geral ofereciam petiscos e fartura de cerveja gelada. A dificuldade de acesso às praias nos anos 1970, antes do asfalto, que chegou no governo de Colombo Salles (1971-1975), tornava a temporada um privilégio para poucos, os que tinham carro e podiam enfrentar a viagem e a poeira das estradas. Com o asfalto, os moradores e os turistas descobriram os destinos que se consagrariam ao longo dos anos 1970 e 1980: Canasvieiras, Ingleses, Jurerê, Lagoa, Joaquina e Mole. As duas últimas, as preferidas pela juventude, o chamado “beautiful[...]

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  • Reconhecimento do boi de mamão como patrimônio cultural tramita na Câmara desde 2017

    O vereador Marcelo Fernando de Oliveira (Marcelo da Intendência (PP) responde a nota da coluna sobre o boi de mamão informando que protocolou requerimento em agosto de 2017 um projeto de lei de sua autoria para reconhecer a tradição folclórica da Ilha de Santa Catqrina como um dos patrimônios culturais imateriais de Florianópolis.

    Ele comemora que a prefeitura busque agora em 2019 esse reconhecimento, mas faz questão de destacar que desde o ano passado aguarda uma resposta da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes sobre o assunto. "O mais importante é conseguirmos essa conquista", afirma Marcelo, cujo projeto alinha as principais características do boi de mamão e sua importância histórica.
  • O inferno sonoro invade as praias, mas a empatia não vem ao caso

     

    Num telejornal local, a simpática veranista explica à repórter que leva sua caixinha de som portátil para a praia com o objetivo de “criar um clima”. Em volta dela, outras dezenas de pessoas, acomodadas sob guarda-sóis e sentadas em suas cadeiras, fazem o mesmo: ouvem os repertórios favoritos, em geral músicas dos gêneros funk, sertanejo ou pagode.

    Quem vai à praia não precisa criar clima, a praia é o clima, com suas areias, o mar e as diversões saudáveis dentro e fora da água.

    Não que antes não houvesse esse problema, mas a “sonzeira” na praia era utilizada por meio de automóveis estacionados com seus potentes equipamentos de som. O que mudou foi a portabilidade, qualquer um pode carregar a sua caixa de som – ativada por Bluetooth - e criar a atmosfera que quiser em torno de si, sem respeitar quem está próximo – quando esse alguém quer apenas sossego e diversão sem barulho.

    Mais incompreensível é que a Polícia Militar tenha de organizar[...]

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