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Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Peças de importante arqueólogo catarinense estavam no acervo do Museu Nacional

     

    O arqueólogo Jorge Bleyer, em foto registrada provavelmente na década de 1910 - Acervo família Bleyer/Divulgação/ND
    O arqueólogo Jorge Bleyer, em foto registrada provavelmente na década de 1910 - Acervo família Bleyer/Divulgação/ND


    Embora ainda não tenha sido realizado um inventário de tudo o que virou cinzas depois do incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, é muito provável que entre os 20 milhões de itens do acervo daquela instituição, inteiramente queimados na noite de domingo (2) e madrugada de segunda-feira (3), estivessem peças doadas pelo médico e arqueólogo catarinense Georg Carl Adolf Bleyer, que desenvolveu suas pesquisas entre o fim do século 19 e início do século 20 em sítios arqueológicos de Santa Catarina. Doutor Jorge Bleyer, como era mais conhecido em Lages - cidade que adotou para morar depois de ter residido em Blumenau - nasceu em Hannover, na Alemanha, em 1867, chegou ao Brasil em 1892 e morreu na cidade serrana catarinense em 1955.

    O cientista foi um dos precursores da arqueologia no Estado, num período subsequente aos trabalhos de[...]

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  • Precioso acervo de fotos mostra fases da construção da ponte

     

    Panorama: obras ainda em estágio inicial. Ao fundo, mais à esquerda, o cemitério municipal, desativado após a inauguração da ponte - Marcelo Bleggi da Silva
    Panorama: obras ainda em estágio inicial. Ao fundo, mais à esquerda, o cemitério municipal, desativado após a inauguração da ponte -/ Fotos Acervo de Marcelo Bleggi da Silva/Divulgação/ND

    Trabalhadores, guindaste e peças no canteiro de obras continental da ponte - Marcelo Bleggi da Silva
    Trabalhadores, guindaste e peças no canteiro de obras continental da ponte 

    Foto registrada de cima de uma sepultura do cemitério municipal. Repare na cruz à esquerda - Marcelo Bleggi da Silva
    Foto registrada de cima de uma sepultura do cemitério municipal. Repare na cruz à esquerda 

    Trabalho minucioso e artesanal. Condição que se repete na atualidade, nas obras de restauração - Marcelo Bleggi da Silva
    Trabalho minucioso e artesanal. Condição que se repete na atualidade, nas obras de restauração 

    Canteiro de obras da região insular: um desafio histórico que mobilizou homens e máquinas - Marcelo Bleggi da Silva
    Canteiro de obras da região insular: um desafio histórico que mobilizou homens e máquinas


    Quem se espanta com a complexidade das obras de recuperação da Ponte Hercílio Luz por certo deve imaginar quanto mais grandioso foi o desafio de construí-la, entre 1922 e 1926. Se hoje estão disponíveis recursos tecnológicos considerados revolucionários para auxiliar e gerenciar os trabalhos, naquele tempo – e estamos falando de quase 100 anos – os equipamentos disponíveis[...]

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  • Konder Reis, uma trajetória única em Santa Catarina

     

    Em 1976, durante ato administrativo em seu gabinete - Acervo Carlos Damião
    Em 1976, durante ato administrativo em seu gabinete - Acervo Carlos Damião


    O ex-governador Antônio Carlos Konder Reis  comemorou, em 25 de março de 1997, 50 anos de dedicação à vida pública. Foi nesta data, em 1947, que o jovem Antônio Carlos, então com 21 anos, assumia seu primeiro mandato eletivo, de deputado estadual constituinte, na Assembleia Legislativa catarinense.

    Cinquenta anos significaram para o político catarinense uma vida de dedicação às causas públicas, em diferentes momentos históricos do Estado ou do País. Konder Reis pôde acompanhar, por exemplo, a derrocada do Estado Novo, engajando-se no movimento pela redemocratização que resultou, em 1945, na criação do partido que representou sua maior escola política, a UDN (União Democrática Nacional).

    Outro momento político importante, que Konder Reis acompanhou de perto no Congresso Nacional, foi o desastrado governo de Jânio Quadros, que acabou com a renúncia do presidente, no dia[...]

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  • Jardim Botânico do Itacorubi receberá nome de pesquisador do século 19

    O Jardim Botânico do Itacorubi vai receber o nome de Antônio José de Freitas Noronha, madeirense, autor do códice Historia Natural da Ilha de Santa Catarina, a pedido do Governador da Capitania Cel Joaquim Xavier Curado, em 1803. O botânico teve o mérito de ser o pioneiro no registro botânico de espécimes da Ilha de Santa Catarina. Mas seu reconhecimento veio apenas com a edição de sua obra, em 2017, e com esta homenagem  que cultua sua memória, mediante projeto de lei do vereador Afrânio Boppré, aprovado por unanimidade pela Câmara de Florianópolis. A lei já foi sancionada pelo prefeito Gean Loureiro (MDB). Dentre as entidades que contribuíram para este reconhecimento está o Conselho Estadual de Cultura, presidido por Marcondes Marchetti.

    Os autores da pesquisa e da obra sobre Noronha são Marli Cristina Scomazzon e Jeff Franco, que localizaram os originais em Lisboa), com a colaboração de Daniel de Barcellos Falkemberg.

    O códice foi divulgado na minha[...]

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