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Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Mostra celebra aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos

    Direito de ter saúde, alimentação e de viver uma viva livre de violências desde a infância. Essas são algumas garantias da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que em 10 de dezembro de 2018 completa 70 anos. Para celebrar esse marco histórico à humanidade, a 12ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, que começa no próximo dia 20 e segue até 14 de dezembro em Florianópolis, terá uma programação totalmente dedicada às questões mais sensíveis de direitos humanos. O festival acontece nas 26 capitais do país e no Distrito Federal e a programação é totalmente gratuita. Serão duas sessões de abertura no dia 20. Às 17h, no auditório do Ministério Público Federal, uma sessão especial pelo Dia da Consciência Negra e às 19h, na Fundação Cultural Badesc, uma sessão com dois curtas. Um com a temática dos imigrantes e o outro com abordagem sobre a população LGBT. Após as duas sessões haverá uma mesa de debates sobre os temas.

    No dia 20 será exibido
    No dia 20 será[...]
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  • Relatório da Comissão Memória e Verdade da UFSC é aprovado

     O Conselho Universitário da UFSC aprovou por unanimidade o Relatório Final da Comissão Memória e Verdade, apresentado na sessão de terça-feira pelo coordenador Jean Marie Alexandre Farines. Será formada uma comissão específica para que as recomendações expostas sejam encaminhadas. O relatório tem mais de 400 páginas e resgata a memória dos fatos ocorridos durante a ditadura civil-miitar no Brasil, entre 1964 e 1988. O Acervo sobre Memória e Direitos Humanos da UFSC está disponível em versão online, com link no site da instituição – ufsc.br, menu Comunidade. O material já foi entregue ao reitor Ubaldo Cesar Balthazar em 14 de maio deste ano.

    O objetivo é evitar o esquecimento da sociedade em relação a fatos ocorridos na UFSC no período ditatorial, como perseguições e prisões de professores, servidores e estudante que atuaram na resistência à brutalidade do Estado brasileiro.

    No relatório estão propostas 12 ações que dependem de providências[...]

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  • Ação contra professora da Udesc é julgada improcedente pela Justiça

     Ação movida pela aluna Ana Caroline Campagnolo contra a professora Marlene De Fáveri, da Udesc, por suposta perseguição religiosa durante aulas na pós-graduação em História, foi considerada improcedente pela Justiça. O processo começou em 2017 e, desde então, Marlene recebeu ampla solidariedade de setores acadêmicos de todo o Brasil e do exterior, dalém movimentso de direitos humanos. A aluna denunciou a professora por causa dos posicionamentos de Marlene em relação às discussões de gênero e feminismo, especialidades de sua carreira acadêmica. Militante de extrema-direita, Ana Caroline é candidata a deputada estadual em outubro deste ano pelo PSL, o partido de Jair Bolsonaro.

    A sentença do juiz André Alexandre Happke, do 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Chapecó, foi divulgada nesta quarta-feira (5). O magistrado apontou uso parcial e descontextualizado de provas fonográficas (a aluna gravava debaes nas aulas), e também da ausência de provas[...]

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  • Intervenção no Rio é mais uma marca do Estado de exceção

    Quem tinha alguma dúvida sobre o mergulho do país no Estado de exceção, pode saná-la simplesmente com um olhar para o que ocorre na cidade do Rio de Janeiro. A intervenção militar autorizada pelo grupo que tomou o poder central em 2016 viola todas as garantias constitucionais estabelecidas em 1988, além de transgredir a Declaração Universal dos Direitos Humanos, assinada pelo Brasil em 1948. Crianças a caminho ou voltando de suas escolas têm as mochilas revistadas diariamente por soldados. Nesta sexta-feira (23), a Folha de S. Paulo flagrou agentes do Exército fichando e fotografando individualmente os moradores das comunidades empobrecidas. Tais procedimentos só encontram paralelo nas mais cruéis ditaduras e no fascismo da Espanha e Itália (anos 1930/40) e no nazismo alemão (idem).

    A supressão de garantias individuais, que são a base de uma sociedade humana e democrática, causa indignação entre militantes dos direitos humanos, juízes isentos, operadores[...]

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