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Domingo, 24 de Setembro de 2017
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Lei que permite adoção de praças na Capital completa 30 anos

    Praça Getúlio Vargas revitalizada graças a parceria com a iniciativa privada - Carlos Damião
    Praça Getúlio Vargas revitalizada graças a parceria com a iniciativa privada - Carlos Damião


    Florianópolis é uma cidade rica em praças. Oficialmente, são 95 espaços desse tipo que, pelo menos em tese, deveriam servir ao lazer e ao convívio social e para apresentações culturais. A mais célebre de todas – e mais antiga – é a Praça 15 de Novembro, cuja história remonta à fundação da cidade, em 1673.

    A maior parte das praças é localizada na Ilha de Santa Catarina. A cidade tem praças com nomes curiosos, como Banco Redondo (Etelvina Luz) e poéticos (Praça dos Namorados, Parque da Luz). Tem até a Praça Desterro, nos altos da Rua Francisco Tolentino, que só existe no papel. E uma dedicada a Floriano Peixoto, o marechal que deixou marcas sangrentas na capital catarinense e, por isso, é considerado persona non grata entre os moradores.

    Na edição de 16 e 17 de setembro abordamos neste espaço as obras de revitalização do Largo Benjamin Constant,[...]

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  • Wedekin volta a criticar operação que prendeu reitor

     O ex-senador Nelson Wedekin voltou a criticar, com veemência, a Operação Ouvidos Moucos, que prendeu no dia 14/9 o reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), professor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, e seis outras pessoas ligadas à instituição. “Exagero, desproporção, injustiça”, são palavras de Wedekin, advogado que atuou voluntariamente na defesa de presos políticos durante a ditadura civil-militar implantada em 1964. “Submeteram Cancellier e mais seis cidadãos a um constrangimento imediato e brutal”, acusa o ex-senador.

    Confira a íntegra da mensagem recebida pela coluna na noite desta quinta-feira, 21/9:

    Tanto mais nos aprofundamos sobre a prisão de Luiz Carlos Cancellier de Olivo, o reitor da UFSC, tanto mais avulta o exagero, a desproporção, e portanto, a injustiça do ato.

    Diz a Polícia Federal que as prisões temporárias de Cancellier e de outras seis pessoas eram para evitar constrangimento ou assédio a professores e[...]

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  • O triste fim de Carlos Alberto, o divertido "homem do chifre"

    Numa esquina da cidade, registro de 28 de junho de 2006 - Carlos Damião
    Numa esquina da cidade, registro de 28 de junho de 2006 - Carlos Damião


    Carlos Alberto, o “homem do chifre” (ou “do megafone”) foi um personagem urbano icônico de Florianópolis e de Balneário Camboriú. Tornou-se uma figura de referência, transitando com facilidade pelas principais ruas das duas cidades, vivendo basicamente dos “bordejos” que aplicava no comércio e em políticos. Comentava fatos do dia em alto e bom som, muitas vezes contrariando a própria lógica dos acontecimentos (misturava personagens e situações). Mas era um símbolo da comunicação das ruas e curtia uma de personalidade psicodélica ou tropicalista, com suas fantasias que destoavam do ritmo da cidade normal.

    Há cinco anos, a caminho da participação em uma banca na Estácio, parei num supermercado do Jardim Atlântico para lanchar. Carlos Alberto estava num canto, caído, à espera da ajuda dos funcionários do estabelecimento, que o levavam com relativa frequência até a[...]

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  • “Tudo o que fiz foi legal e documentado”, diz reitor da UFSC

     Luiz Carlos Cancellier de Olivo é um homem ainda perplexo com tudo o que ocorreu nos dias 14 e 15 deste mês. Recupera-se física e psicologicamente da prisão efetuada pela Polícia Federal, dentro da Operação Ouvidos Moucos. Mas, confiando na Justiça e na comprovação de sua inocência, o reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) tem se reunido diariamente com a equipe de advogados que o atende.

    “Procuro manter a calma, me apoiando no suporte dos amigos e da comunidade acadêmica em sua maioria”, disse ao ND na tarde desta quarta-feira, 20/9. Ele relembrou todos os momentos vividos, da situação vexatória a que foi submetido no presídio da Agronômica – durante a desumana triagem que é feita de maneira preliminar pelos agentes encarregados –, à acusação de que teria obstruído investigações internas da UFSC sobre supostas irregularidades cometidas no sistema de bolsas do programa de ensino a distância do curso de administração,[...]

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