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Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Professores protestam contra a escalada do arbítrio na UFSC

    “Amanhã (segunda-feira, 27/8), entrarei em sala de aula e usarei os primeiros 15 minutos com cada turma para discutir a espiral do arbítrio que ameaça a universidade brasileira. Convido todos os colegas a fazer o mesmo, ao longo desta semana”, escreveu em seu perfil no Facebook o professor Luís Felipe Miguel, da UnB (Universidade de Brasília), um dos mais respeitados cientistas políticos brasileiros da atualidade.

     “Estamos sob ataque há muito tempo, mas a situação se agravou com a decisão do Ministério Público, no final da semana passada. O reitor da UFSC e seu chefe de gabinete foram denunciados, ameaçados de até oito meses de prisão, por não terem reprimido manifestações, na universidade, contra o abuso de autoridade da Polícia Federal, que levou à morte do então reitor Luiz Carlos Cancellier”. Trata-se da definição do Estado policial: o abuso de autoridade ocorre e não pode sequer ser contestado”. (...)

    Finaliza o professor Luís[...]

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  • Uma sanha repressiva injustificada e reiterada contra a UFSC

    Nos “Anos de Chumbo” (1964-1985), as autoridades federais eram pródigas em perseguir professores, estudantes e servidores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). A sanha repressiva era justificada pelo dogma militarista da “segurança nacional”, porque universidades e escolas em geral são ambientes arejados, de livre circulação e debate de ideias. Não se constrói conhecimento sem pensamento crítico, sem atuação crítica. Apesar da repressão e das pressões extra-acadêmicas a UFSC tornou-se uma das instituições de ensino superior mais respeitadas do Brasil e do mundo. Pesquisadores das mais diversas áreas são reconhecidos nacional e internacionalmente por seus trabalhos.

    Depois que a Constituição de 1988 foi promulgada, os ataques à autonomia universitária e à liberdade acadêmica cessaram, pelo menos até 2014, quando um delegado da Polícia Federal comandou uma violenta invasão ao campus, sob o pretexto de reprimir estudantes que[...]

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  • Professores da UFSC lançam nota em apoio a Aureo Moraes

     Depois da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior), os professores do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) também emitiram uma nota contra as ingerências externas que afrontam a liberdade de expresssão e a autonomia universitária, prestando solidariedade ao professor Aureo Moraes, que está sendo perseguido pela Polícia Federal.

    A nota na íntegra:

    “Reunidos em Colegiado, no dia 30 de julho de 2018, manifestamos nosso mais veemente repúdio aos atos de agentes públicos, neste caso da Polícia Federal/SC, que ferem dois direitos fundamentais tão duramente consagrados na Constituição: a liberdade de expressão (direito à opinião) e a autonomia universitária.

    O professor Aureo Mafra de Moraes está sendo alvo de uma investigação da Polícia Federal por ter participado, na condição de chefe de gabinete do reitor, da homenagem feita ao reitor morto, Luiz Carlos Cancellier[...]

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  • Universidade é lugar de conhecimento e liberdade, destaca em nota a Andifes

    Áureo Moraes: submetido ao Estado de terror e ao arbítrio  - Reprodução Fascebook
    Áureo Moraes: submetido ao Estado de terror e ao arbítrio - Reprodução Fascebook


    A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) manifestou neste domingo (29)  sua indignação “com as ações desencadeadas por agentes que afrontam a Universidade Pública Brasileira e o Estado Democrático de Direito. Uma vez mais, presenciamos a Universidade Federal sendo vítima do arbítrio e da censura”, adverte a nota,

    Referindo-se diretamente à perseguição movida pela Polícia Federal ao chefe de gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor Áureo Moraes.

    A íntegra da nota:

    Nesta sexta-feira, 27 de julho, a imprensa nacional revelou que a Polícia Federal de Santa Catarina instaurou inquérito contra o professor Áureo Mafra de Moraes, chefe de gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O professor foi intimado, no mês passado, por ter participado de ato[...]

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