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Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

  • Peças de importante arqueólogo catarinense estavam no acervo do Museu Nacional

     

    O arqueólogo Jorge Bleyer, em foto registrada provavelmente na década de 1910 - Acervo família Bleyer/Divulgação/ND
    O arqueólogo Jorge Bleyer, em foto registrada provavelmente na década de 1910 - Acervo família Bleyer/Divulgação/ND


    Embora ainda não tenha sido realizado um inventário de tudo o que virou cinzas depois do incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, é muito provável que entre os 20 milhões de itens do acervo daquela instituição, inteiramente queimados na noite de domingo (2) e madrugada de segunda-feira (3), estivessem peças doadas pelo médico e arqueólogo catarinense Georg Carl Adolf Bleyer, que desenvolveu suas pesquisas entre o fim do século 19 e início do século 20 em sítios arqueológicos de Santa Catarina. Doutor Jorge Bleyer, como era mais conhecido em Lages - cidade que adotou para morar depois de ter residido em Blumenau - nasceu em Hannover, na Alemanha, em 1867, chegou ao Brasil em 1892 e morreu na cidade serrana catarinense em 1955.

    O cientista foi um dos precursores da arqueologia no Estado, num período subsequente aos trabalhos de[...]

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  • Pesquisadora lança livro sobre o rap na Capital e Lisboa

    Capa do livro que a antropóloga vai lançar na Capital em 2 de maio - Divulgação
    Capa do livro que a antropóloga vai lançar na Capital em 2 de maio - Divulgação


    "A Caminhada é Longa e o Chão Tá Liso - O Movimento Hip Hop em Florianópolis e Lisboa” é o título do livro que a pesquisadora Ângela Maria de Souza lança no dia 2 de maio, às 19h, no Centro de Comunicação e Expressão da UFSC. A obra é resultado de um trabalho de Angela - que cursa pós-doutorado em Ciências Humanas - sobre música e cultura urbana, racismo, violência e desigualdade. Ela trata sobre o Rap de Quebrada, o Rap Floripa e o Rap Gospel, assim como o Rap Crioulo de Portugal.
    O livro é resultado da pesquisa de Ângela no doutorado em Antropologia Social na UFSC, em parceria com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.