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Domingo, 17 de Fevereiro de 2019
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Assuntos da Grande Florianópolis e os temas cotidianos das cidades da Região Metropolitana – incluindo resgates diferenciados da memória histórica –, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

Padre Vilson Groh reitera compromisso cristão com a cultura da paz

a flexibilização para a posse de armas não é uma perspectiva de saída para o país", disse o diretor do IVG, lembrando que Jesus Cristo foi o maior pacifista da história

Carlos Damião

O decreto federal que flexibiliza a posse de armas de fogo no país divide opiniões de especialistas e autoridades, entre juristas, magistrados, profissionais de seugrança pública, políticos e lideranças religiosas. O padre Vilson Groh, diretor do instituto que leva seu nome, conhecido por atuar há 37 anos na periferia da Grande Florianópolis, em especial com projetos de acolhimento e inclusão de crianças e adolescentes, declarou em depoimento divulgado na quinta-feira (17), que "a flexibilização para a posse de armas não é uma perspectiva de saída para o país". Lembrou que "Jesus Cristo foi o maior pacifista da história, por sua pregação e prática da não-violência, da relação e do respeito para com o outro". Recordou também um dos mandamentos do Cristianismo, que é "não matarás", obsrvando que "precisamos desconstruir essa questão das armas facilitadas e construir o caminho das pontes, da cultura da paz, da solidariedade e do combate à desigualdade, da promoção da justiça social". "Armas são letais e ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém", enfatizou.
Lembrou ainda que o Instituto Padre Vilson Groh investe há mais de três décadas justamente no sentido de promover a cultura da paz, despertando consciências e praticando a inclusão dos jovens da periferia.

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