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Segunda-Feira, 21 de Janeiro de 2019
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Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

  • Deputado que propôs transparência da agenda do governador de SC quer a derrubada do veto

    O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) afirmou que trabalhará pela derrubada do veto feito pelo governador na última terça-feira sobre o projeto de Minotto que pedia publicidade à agenda do Poder Executivo de Santa Catarina. O PL 184.2/2015 foi aprovado na Alesc no ano passado e enviado para a análise do governo no início deste ano, sendo vetado pelo governador pois, segundo o governo, é inconstitucional e “poderá colocar em risco a segurança do governador”.

    Para Minotto, a decisão é um “equívoco”, em um momento que a sociedade clama cada vez por mais transparência dos órgãos públicos e agentes políticos. A proposta previa a divulgação eletrônica com antecedência de 24h da agenda do governador, vice, deputados e demais agentes públicos, como ocorre no governo federal. 

    Confira a nota na íntegra de Rodrigo Minotto:

    "O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) lamentou nesta quinta-feira (17) o veto do Governador Carlos Moisés ao Projeto de[...]

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  • Alesc ainda não confirma se haverá devolução de duodécimo

    O destino das sobras de verbas de 2018 da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) ainda não foi definido. De acordo com o presidente Silvio Dreveck (PP), a intenção é deixar uma sobra de caixa para o futuro presidente da Casa, que será eleito em 1º de fevereiro. Em dezembro do ano passado, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) e o secretário da Fazenda, Paulo Eli, pediram à Alesc a devolução dos R$ 40 milhões que havia em caixa. Mas, segundo Dreveck, esse valor não era o que sobraria no caixa da Alesc. “Tinha o pagamento dos servidores agora de janeiro ainda para contabilizar. Nosso saldo em caixa é de R$ 12 milhões hoje”, afirmou. Por enquanto, não houve conversa sobre o assunto entre Dreveck e o atual governador Carlos Moisés (PSL). Dos 21,88% da Receita Corrente Líquida repassados anualmente pelo governo do Estado aos poderes, a Alesc fica com 4,34%. No último ano, devido à compra do novo prédio da Alesc, houve pouca sobra de dinheiro em[...]

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  • Pela primeira vez em 20 anos, nenhuma PEC foi apresentada na Assembleia Legislativa de SC

    Pela primeira vez em 20 anos, nenhuma PEC (Proposta de Emenda Constituição) foi apresentada na Assembleia Legislativa. Esse é um tipo de matéria mais robusto, que geralmente tem potencial de afetar a vida das pessoas.

    Em contrapartida, foram apresentadas 385 matérias, entre projetos de lei, requerimentos, indicações e moções, boa parte delas sem efeito direto no cotidiano dos catarinenses. Destaque também para a goleada sofrida pelo governo na votação dos vetos. Dos 29, 21 foram derrubados.

    Com o fim da legislatura, 593 matérias vão direto para o arquivo. De acordo com o regimento, elas podem ser desarquivadas mediante pedido, mas só a partir de fevereiro.

    Sessão desta quarta-feira na Alesc aprovou orçamento para 2019 com cortes na educação em SC - Eduardo G. de Oliveira/Agência AL/ Divulgação/ ND
    Sessão da Alesc - Eduardo Oliveira/Agência AL/ND



  • Aldo Schneider dará nome ao novo prédio da Assembleia, comprado por R$ 83 milhões

    Em homenagem póstuma, o deputado estadual Aldo Schneider (MDB) dará nome ao novo prédio administrativo da Assembleia Legislativa. O projeto, de autoria da mesa diretora, foi aprovado nessa quarta-feira. Na justificativa, a trajetória política de Aldo é definida como “marcada pela lisura, honestidade e lealdade”. Como presidente do Legislativo, é lembrado como alguém que “prezou pela otimização da economicidade e da eficiência”, também de acordo com o texto do projeto.

    Aldo Schneider morreu em 19 de agosto, em decorrência de um câncer na coluna. O tratamento começou em junho de 2017 e foi custeado pela Assembleia. Até então, os deputados tinham o direito de reembolsar as despesas médicas. O parlamentar solicitou mais de R$ 3 milhões para cobrir o tratamento. Depois da revelação do caso Aldo, a Assembleia derrubou a prerrogativa dos parlamentares terem as despesas pegas.

    A Assembleia Legislativa comprou o novo prédio em janeiro deste ano; veja os[...]

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