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Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
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Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

  • Gelson Merisio anuncia Cristina Pires Pauluci como secretária de Saúde em eventual governo

    O nome da secretária de Estado da Saúde em um eventual governo de Gelson Merisio (PSD) foi anunciado nesta segunda-feira (22). Trata-se de Cristina Pires Pauluci, médica especializada em gestão. A revelação foi feita pelo candidato durante almoço na ACM (Associação Catarinense de Medicina).

    Cristina é servidora de carreira da Secretaria de Saúde desde 2014. Formada pela Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ), tem especializações em medicina do tráfego, em gestão de clínica nas Redes de Atenção à Saúde, pelo Hospital Sírio Libanês, e em gestão e auditoria dos Sistemas de Saúde. Atuou como médica reguladora e intervencionista do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), onde também foi gerente estadual e uma das responsáveis por reduzir muito o tempo de resposta médio do órgão, hoje em média 12 minutos para a chegada de uma unidade.

    Cristina Pires Pauluci - Luis Debiasi/Divulgação/ND
    Cristina Pires Pauluci - Luis Debiasi/Divulgação/ND



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  • Na Assembleia, Secretaria de Saúde anuncia que já pagou 27% da dívida de R$ 1,083 bilhão

    Dados do relatório sobre o segundo quadrimestre de 2018 apontam investimento de 14,39% da Receita Corrente Líquida do Estado na Saúde. É mais que o mínimo de 14% exigido constitucionalmente. Em dinheiro, foram aplicados R$ 1,854 bilhão. O documento foi apresentado ontem na Assembleia Legislativa. Também conforme o relatório, houve redução de 27% da dívida de R$ 1,083 bilhão, auditada pelo Tribunal de Contas em junho.

    Comissão da Saúde na Alesc - Luca Gebara/Agência AL/ND
    Comissão da Saúde na Alesc - Luca Gebara/Agência AL/ND



  • Deputados revogarão reembolso de tratamentos médicos; falta transparência ao que foi pago

    Um privilégio que não cabe em momento algum, mas torna-se inaceitável nesses tempos de gravíssima crise econômica, o pagamento integral das despesas médicas e hospitalares dos deputados estaduais catarinenses deve ser encerrado nesta terça-feira (11). A resolução que autoriza o benefício data de 1992, mas foi o boom gerado pelo então presidente Aldo Schneider (MDB) que despertou para a necessidade de revisão na norma. Dentro da lei, Aldo ressarciu R$ 3,6 milhões durante o atual mandato. Por mais que tenha sido responsável por 90% dos reembolsos entre os anos de 2015 e 2018, o destino do dinheiro é público e notório, o tratamento de um câncer, que ceifou a vida do parlamentar no mês passado. Mas, e os outros 10%? Ninguém sabe. Ou melhor, há quem saiba, mas a informação não está pública. Os incontáveis pedidos da imprensa – em especial do Notícias do Dia, que se debruçou sobre o caso – foram negados, até mesmo o pedido por meio da Lei de Acesso à[...]

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  • Acélio Casagrande se une a secretários na cobrança ao ministro da Saúde por recursos

    Secretários estaduais de Saúde foram recebidos ontem pelo ministro Gilberto Occhi, em Brasília. O catarinense Acélio Casagrande representou os Estados do Sul. Entre a lista de pedidos a Occhi está a habilitação de serviços já em funcionamento, mas que não recebem recursos federais. Conforme o ministro, a demanda é de R$ 2,6 bilhões e o teto que a União dispõe é R$ 150 milhões. Occhi admitiu que está fazendo liberações “de maneira cuidadosa”. No primeiro semestre, Santa Catarina conseguiu R$ 25,3 milhões dessas habilitações.

    Casagrande em Brasília - Douglas Salviato/Divulgação/ND
    Casagrande em Brasília - Douglas Salviato/Divulgação/ND