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Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2019
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Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

  • No PSL catarinense, a crise entre os deputados só aumenta

    A confusão interna do PSL catarinense continua a todo vapor. Um dia após três deputados federais de Santa Catarina do PSL terem pedido ao partido nacional a destituição de Lucas Esmeraldino (PSL) à frente da Executiva em SC, foi a vez dos deputados estaduais reagirem. Ontem, um manifesto enviado pelo deputado estadual eleito Ricardo Alba (PSL) apoiava o trabalho feito por Esmeraldino em Santa Catarina na montagem e condução do partido no Estado.

    No documento, constava o nome dos seis eleitos pelo partido em Santa Catarina, mas sem assinaturas. Além de Alba, estão ali Ana Caroline Campagnolo, Coronel Mocelin, Felipe Estevão, Jessé Lopes e Sargento Lima. Só que Felipe Estevão afirma que não autorizou a inclusão do nome dele no documento, ficando exposto em meio à polêmica. “Entendo a legitimidade dos dois lados, defendo a permanência do Lucas, mas ao mesmo tempo ele foi centralizador, falhou feio ao impedir que deputados federais participassem do processo de[...]

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  • Três deputados federais do PSL de SC pedem a destituição da executiva catarinense

    Três dos quatro deputados federais eleitos pelo PSL em Santa Catarina, Caroline de Toni, Daniel Freitas e Luiz Schoeder Reis, enviaram na tarde desta quarta-feira (09) ao presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, um pedido de destituição da Executiva em Santa Catarina, presidida por Lucas Esmeraldino, atual Secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável do governo Carlos Moisés da Silva.

    Os deputados afirmam que ouviram o clamor das bases da sigla e de militantes pró-Bolsonaro e manifestaram “discordância e estranheza acerca de alguns fatos”. Entre eles, os parlamentares discordam da forma como foi “definida” a nova executiva estadual do PSL, que, de acordo com eles, foi feita no apagar das luzes de 2018, sem diálogo e de forma personalista. “Os nomes foram escolhidos exclusivamente pelo presidente estadual da sigla, de forma unilateral e quebrando um compromisso de diálogo com os deputados eleitos e o partido”, afirmam os deputados. Ao final, eles[...]

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  • Aumento no salário dos deputados de SC deve ser sancionado pelo governador Eduardo Moreira

    Deve ser sancionado nesta sexta-feira (27) o projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa que fixa o salário dos deputados estaduais em 75% do que recebem os deputados federais. A decisão é do governador Eduardo Moreira (MDB), de acordo com o que já é feito há oito legislaturas, 32 anos. Conforme o governador, trata-se de uma proporção já definida por lei e que o projeto é meramente formal.

    De fato, todo final de legislatura, a cada quatro anos, os deputados fazem tramitar um projeto que fixa o salário para a legislatura seguinte. A questão deste ano é o efeito cascata proporcionado pelo reajuste concedido aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que, por consequência, também será sentido no salário dos deputados.

    Hoje, um deputado federal ganha o mesmo que um ministro do Supremo. Com o aumento, os salários mensais passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. Em consequência, os deputados estaduais de Santa Catarina passarão de R$ 25,3 mil para R$[...]

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  • Por apenas um mês, deputados podem receber até R$ 72 mil; não há catarinenses na lista

    Não há catarinenses entre os suplentes que assumirão para o mandato relâmpago de um mês, em janeiro. Conforme levantamento do “Estado de S.Paulo”, pelo menos vinte deputados federais assumirão cargos nos governos estaduais e federais a partir do dia 1º. Ocorre que, os novos parlamentares só assumirão em 1º de fevereiro. Cada um deles, incluindo os benefícios, receberão cerca de R$ 72 mil, mesmo que o Congresso Nacional esteja em recesso. 

    Há um aspecto ainda mais surpreendente. Caso o suplente assuma pela primeira vez, ele receberá o auxílio-mudança, que é uma ajuda de custo para iniciar o mandato. É o equivalente a um salário, R$ 33,7 mil. Auxílio para iniciar o mandato justamente no último mês do mandato. Surreal. Ao “Estadão”, a Câmara informou que os critérios para esse benefício estão sendo reavaliados.

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