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Terça-Feira, 21 de Agosto de 2018
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Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

Rodrigo Collaço prevê que reajuste de 16,39% no salário dos ministros do STF não passará

Medida ainda depende de aprovação do Congresso Nacional; efeito cascata geraria impacto de R$ 4 bilhões

Altair Magagnin

Ainda não é um fato consumado, mas a inclusão no Orçamento de 2019 do STF (Supremo Tribunal Federal) da previsão de 16,39% de aumento no salário dos ministros, que é o teto do funcionalismo público nacional, precisa ser acompanhada com muita atenção. Só para se ter uma ideia, esse reajuste, que ainda depende de aprovação dos deputados e senadores do Congresso Nacional, teria um impacto de R$ 4 bilhões para os cofres da União e dos Estados. Até as eleições, com certeza, esse aumento não irá prosperar, mas já existe um movimento para que ele possa ser aprovado depois de outubro. O país não suporta mais tamanha destinação de recursos para as altas cúpulas, em detrimento da carência dos serviços básicos oferecidos à população.

Não passa

Durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (9), sobre outros temas relacionados ao Judiciário, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Rodrigo Collaço, disse que ainda não calculou o impacto do eventual reajuste no teto, pois acredita que a proposta “não irá prosperar”. Um desembargador recebe 90% do salário de um ministro do STF, que hoje é de R$ 33,7 mil e passaria para R$ 39,3 mil.

STF retoma julgamento do Habeas Corpus do ex-presidente Lula - José Cruz/Agência Brasil
STF - José Cruz/Agência Brasil



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