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Ricardo Roesler marca posição forte contra notícias falsas sobre urna eletrônica

Roesler lembrou que “não há como se esconder atrás de um computador ou celular sem deixar rastros”

Altair Magagnin
19/10/2018 09h38

Eu confio na urna eletrônica. E por que confio? Porque nunca houve qualquer prova de que o sistema fosse maculado. Há mais de duas décadas o Brasil vota por meio de um sistema digital que, aliás, nasceu em Santa Catarina. Nesta quinta-feira (18), o presidente do TRE-SC (Tribunal Regional Eleitoral) fez algo que estava devendo até então. Uma posição contundente sobre o assunto. Conforme o presidente do TRE-SC, desembargador Ricardo Roesler, quem levantou qualquer suspeita sobre a confiabilidade do sistema de votação precisará provar. É muito simples, se há fraude, é preciso provar.

Ricardo Roesler - Divulgação/ND
Ricardo Roesler - Divulgação/ND



A fala de Roesler é forte. Disse que não irá permitir que caia em descrédito um trabalho “honesto, íntegro, de responsabilidade, de ética, de empenho, de dedicação de muitos anos, uma construção diária”, que envolve profissionais que se dedicam “à organização de uma eleição segura, transparente e eficiente”. É um retrato definitivo, não há mais o que falar.

Já são dez pessoas identificadas pela Polícia Federal sob suspeita de reproduzir notícias falsas em Santa Catarina. Roesler lembrou que “não há como se esconder atrás de um computador ou celular sem deixar rastros”.

O TRE-SC recebeu 744 reclamações sobre eventuais problemas nas urnas. Está respondendo um por um e fará uma auditoria específica em duas seções que tiveram um voluma maior de denúncias. Se antes a preocupação maior era com as fake news contra os candidatos, hoje passou a ser contra o sistema em si, algo que não se pode tolerar, sem que provar robustas de fraudes.

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