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Sábado, 17 de Novembro de 2018
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Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

Pesquisa RealTime mostra Haddad em crescimento quando associado a Lula; Bolsonaro lidera

Instituto é o mesmo que faz pesquisas para o Grupo RIC em Santa Catarina e divulgou consulta para a RecordTV

Altair Magagnin

A pesquisa divulgada pela RecordTV com os números da corrida ao Palácio do Planalto testou o nome de Fernando Haddad com e sem o apoio de Lula. Em determinada pergunta, o instituto Real Time Big Data – o mesmo contratado pelo Grupo RIC para pesquisa em Santa Catarina – apresentou Haddad como “candidato com apoio de Lula”. 

13% - Haddad com apoio de Lula, em segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro, com 23%

7% - Haddad sem menção a Lula, em quinto lugar, atrás de Bolsonaro (25%), Ciro Gomes (11%), Marina Silva (11%) e Geraldo Alckmin (9%). 

Bolsonaro e Haddad ampliaram índice de conhecimento de eleitores - Miguel Ângelo/CNI/Reprodução/Facebook Fernando Haddad
Bolsonaro e Haddad



Sucessor. De fato, como mostra a consulta encomendada pela Record, Haddad tende a crescer quanto o eleitor souber que ele é o nome apontado por Lula. Essa é a esperança dentro do PT, talvez não tão otimista quanto a pesquisa realizada pelo Vox Popoli a pedido da CUT, que já coloca Haddad em primeiro lugar quando é informado que ele representa Lula. 

Voto útil. No embate com Jair Bolsonaro – que neste momento é o favorito a chegar ao segundo turno – o único que vence o capitão da reserva é Geraldo Alckmin. É um argumento que os tucanos usam para reforçar Alckmin como voto útil contra Bolsonaro. O mau desempenho de Bolsonaro no segundo turno está diretamente ligado à alta rejeição. 

Empatia. A repercussão do atentado contra Jair Bolsonaro foi questionada aos eleitores que se dispuseram a responder a pesquisa Real Time Big Data. A maioria, 64%, afirmou que ajudará a campanha, ante 36% que consideram prejudicial. Na prática, as pesquisas não mostraram que a empatia pela facada se transformou em voto, como aconteceu com Marina Silva em 2014, logo após a morte de Eduardo Campos.

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