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Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018
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"A hora que o PMDB sair para as ruas, não tem para ninguém", diz Ivete Appel da Silveira

Viúva de Luiz Henrique da Silveira presenteou Colombo e Moreira com gravatas do marido

Altair Magagnin

Não foi Eduardo Moreira, muito menos Raimundo Colombo, o nome mais lembrado no evento de transmissão do cargo. A memória de Luiz Henrique da Silveira foi reverenciada. Colombo disse que não teria chegado onde chegou sem o ex-governador. “Hoje recebi uma gravata, há 15 anos, ele nos entregou a confiança”, disse. Moreira comparou LHS aos visionários imigrantes que colonizaram Santa Catarina. Lembrou que, em 2002, somente ele, Luiz Henrique e suas mulheres acreditavam no projeto, hoje avança pelo 16º ano.

Eduardo Moreira e Raimundo Colombo foram presenteados com duas gravatas de Luiz Henrique da Silveira, gesto da viúva Ivete Appel da Silveira, acompanhada no palco pela secretária-executiva da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm.

Governadores recebem gravatas - Marco Santiago/ND
Governadores recebem gravatas - Marco Santiago/ND



Ivete Appel da Silveira, viúva de Luiz Henrique

Porque presentear os governadores com gravatas que eram de Luiz Henrique?

Os três eram muito amigos. A gravata é uma coisa simbólica, que governador usa muito. Eles terão esta lembrança do Luiz Henrique para sempre.

Em 2002, segundo Eduardo Moreira, poucos acreditavam na vitória. Como foi aquela campanha?

Eu participei de maneira ativa com as mulheres. Eu fiz a caravana das mulheres do PMDB. Nós percorremos o Estado quatro vezes. A gente se antecipou aos homens. A gente fazia as reuniões com mulheres, depois os homens vinham. Faziam as campanhas políticas à noite, nós durante o dia.

A senhora se emocionou com as citações a Luiz Henrique.

Sem dúvida. Eu sempre me emociono quando mencionam o nome do Luiz Henrique. Ele foi um homem e uma persona política que deixou saudades. Para a família, para mim, principalmente. Todo momento eu sinto saudade. Ele era uma pessoa que chegava e enchia a casa, irradiava alegria. Então, a saudade é muito forte.

Dizem que, se Luiz Henrique estivesse vivo, o processo de alianças para a eleição seria mais rápido. A senhora concorda?

Eu acredito que sim. O Luiz Henrique era muito ágil, era de uma rapidez, de uma lucidez impressionante para manobrar. Era estrategista. Acredito que já teria feito isso [coligação] há mais tempo.

Qual é a expectativa para as eleições?

Eu acredito que, a hora que o PMDB pegar, sair para as ruas, não tem para ninguém.

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