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Sábado, 22 de Setembro de 2018
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Pão e vinho: a mais clássica das misturas, com o toque refinado de um especialista na arte da panificação e na enologia. Conheça os tipos de vinho, as características de cada um, as maneiras de harmonizar a bebida com as mais variadas refeições. Imperdível.

Oktoberfest de Blumenau promove a cultura cervejeira catarinense

Aproveite o período de festas para conhecer os rótulos produzidos em Santa Catarina

João Lombardo
Markito
Em cena, a comida e a cerveja catarinense

Santa Catarina produz quase 30 tipos de cervejas artesanais. Uma produção diversificada, que faz do Estado uma referência quando o assunto é o chamado “pão líquido”. A Oktoberfest, de Blumenau, é a grande vitrine da cultura cervejeira local. Este ano, Eisenbahn, Bierland, Container, Wunder Bier e Das Bier estarão presentes na festa, com 20 diferentes tipos de cervejas. Também participam a Baden Baden, de Campos de Jordão, e a Schin (Brasil Kirin), de Itu.

A Pilsen reinou soberana por muito tempo. Uma cerveja fresca, leve, gostosa de beber. Este ano, ao lado dessa cerveja clássica, poderão ser provadas a Strong Golden Ale, Dunkel, Pale Ale, Weizenbier, American Red Ale, IPA, Blonde Ale, Dry Stout, English IPA, Braunes Ale e Scoth Strong Ale, entre outras. Os novos estilos vão conquistando consumidores e ampliando a oferta de cervejas no Brasil.

Divulgação/ND
Weizenbier é feita com malte de trigo e conquistou o gosto do público

A Weissbier ou Weizenbier, feita com malte de trigo, já conquistou o público. Fresca, cremosa e com muita espuma, essa cerveja é rica em aromas frutados e de especiarias. Boa para o copo, ela é também muito gastronômica. A Weizen é companheira de frutos do mar, preparos mais gordurosos – com carne de porco, por exemplo –, queijos Brie e Camembert e pratos condimentados, inclusive da cozinha oriental.

A IPA (India Pale Ale) é uma cerveja com prestígio crescente. As catarinenses têm cores que variam do dourado ao âmbar. São cremosas e têm muita espuma. Os aromas remetem a notas frutadas e cítricas. É uma cerveja forte, com bastante lúpulo e amargor balanceado. Ela acompanha queijos maduros, carnes em geral, inclusive o cordeiro, salsichas, linguiça Blumenau e a pedida da moda: o hambúrguer.

 

Divulgação/ND
A IPA (India Pale Ale) é uma cerveja que está ganhando mais aceitação do público

 

Sob o sol de Montalcino, com um copo de Brunello

João Lombardo/ND
O vinho foi elaborado a partir da Sangiovese Grosso, um clone da uva Sangiovese

Montalcino, na província de Siena, coração da Toscana, é uma cidade pequena e medieval. Ali nasceu o Brunello di Montalcino. A paternidade dessa obra líquida pertence à família Biondi Santi. O vinho foi elaborado a partir da Sangiovese Grosso, um clone da uva Sangiovese. A primeira garrafa foi arrolhada na Tenutta Greppo, da família Biondi Santi, em 1888. O prestígio internacional do vinho se consolidou a partir de 1980.

Conhecer a Tenutta Greppo é mergulhar na história do Brunello. Vale a pena também visitar outros produtores, como a Caprili e a Ciacci Piccolomini D’Aragona. É difícil generalizar o perfil dos Brunellos. No entanto, como características gerais, costumam revelar frutas negras ao olfato, notas terrosas, de bosque, húmus, tabaco, couro, toques florais e às vezes de especiarias. Em boca mostram acidez importante, taninos finos e firmes, final longo.

É delicioso passear por Montalcino. Entrar nas lojinhas, comprar um mel toscano, um pedaço de pecorino, um azeite do ano. Sugiro sentar-se no pequeno e simpático Caffè Alle Loggi di Piazza, pedir um suculento Pinci al Ragù di Cinghiale ou Lepre (spaghetti típico com molho de javali ou de lebre) e regar o prato com soberbos goles de Brunello di Montalcino. Pura água da fonte.

João Lombardo/ND
Montalcino faz parte da província de Siena, no coração da Toscana, Itália

Viaje comigo a Montalcino

 

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