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Sábado, 22 de Setembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Cármen Lúcia deixa o STF sem rever 'extravagâncias' da magistratura

    A ministra Cármen Lúcia deixa a presidência do Supremo Tribunal Federal sem cumprir a promessa alardeada quando tomou posse do cargo há dois anos. Prometera rever as “extravagâncias” da magistratura como o auxílio-moradia. Não o fez. A legalidade do pagamento do benefício chegou a ser discutida durante a gestão de Cármen Lúcia, mas foi retirada de pauta em março e se arrasta na Câmara de Conciliação da Advocacia-Geral da União. Estudo da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara Federal mostrou que, até agosto, a despesa com auxílio-moradia atingiu quase R$ 1 bilhão – foram R$ 973,5 milhões.

    Manobra

    Mas numa manobra ‘tabajara’, em acordo com o Planalto, o STF topou acabar com o auxílio-moradia dos magistrados em troca do reajuste do salário para 2019.

    Heróis do presidente

    Agora, vai! Decreto 9.502 do presidente Temer criou a Medalha da Segurança Presidencial, honraria para civis, policiais e militares – poderão[...]

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  • Daciolo usou verba da Câmara para defesa jurídica pessoal

    Candidato à Presidência da República pelo Patriota que anda com a Bíblia e cita Deus repetidamente, o deputado Cabo Daciolo (RJ) usou recursos públicos da verba indenizatória para contratar assessoria jurídica e bancar sua defesa em processos no Supremo Tribunal Federal. Entre 2015 e 2016, o parlamentar gastou R$ 65 mil por quatro serviços de consultoria jurídica. Os dados, aos quais a Coluna teve acesso, foram levantados pela Organização Política Supervisionada.

    De casa

    A reportagem entrou em contato com o gabinete e foi orientada a procurar, por e-mail, a esposa de Daciolo, Daniela. Até ontem não fora respondido.

    II Padrinho

    Há um mentor por trás da meta do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, em ser conciliador da Corte com os outros Poderes. José Sarney, um de seus padrinhos.

    Resolução do leilão

    O INSS vai soltar uma Resolução para desmobilização – o termo que usam internamente – de vários imóveis do órgão ocupados país adentro.[...]

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  • INSS vai leiloar 3 mil imóveis para reforçar caixa

    A direção do Instituto Nacional de Seguridade Social ( INSS ) vai leiloar cerca de 3 mil imóveis seus para reforçar o caixa no pagamento das aposentadorias. A Procuradoria impetrou milhares de ações nos fóruns do País para reintegração de posse de imóveis do patrimônio do órgão – como o do Mercadinho São José, em Laranjeiras (Rio), e até prédios ocupados por estatais e empresas da União que não pagam um centavo de retorno. O presidente Edison Garcia lança mão do discurso de arrumação da Casa. O INSS tem bilhões de reais em ativos em mais de 6 mil imóveis.

    Dois casos

    Entre outros, o INSS pede reintegrações de posse na comunidade de Campinho, no Rio capital, e também de dezenas de prédios em São Paulo, ocupados por sem-teto,

    Interesse político

    O presidente do INSS cita o consentimento e desdém de governos anteriores na ocupação dos imóveis da União, com auxílio partidário e político por sem-tetos.

    É da União

    “Há uma sensação de[...]

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  • PSDB turbinou a campanha de Richa com R$ 1,2 milhão

    Numa inédita prisão – dois pedidos num dia, pelo Gaeco, da Polícia Civil, e pela Lava Jato, da Polícia Federal – o ex-governador do Paraná Beto Richa, que disputa o Senado, é um dos principais ‘investimentos’ do PSDB nacional. Encabeça a lista de tucanos com repasses do fundo eleitoral do partido. A executiva do PSDB repassou nada menos que R$ 1,2 milhão para o comitê de Richa. O candidato torrou R$ 870 mil na produção de programas de rádio e TV. Seu registro de candidatura ainda não foi deferido pelo TSE. Com a prisão, pode haver pedido de impugnação, apesar de não ser condenado.

    Peso nas costas

    A prisão de Richa atinge em cheio a campanha de Geraldo Alckmin ao Planalto, que terá de se explicar todos os dias. Richa é o principal aliado de Alckmin no Estado.

    E agora, Justiça?

    Mesmo com a prisão temporária – Richa pode sair daqui cinco dias – o tucano tem chances de continuar na disputa, por ser, por ora, Ficha Limpa. A conferir.

    Ou[...]

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