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Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Bolsonaro pede às Forças Armadas indicação para Ministério da Defesa

    O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), contornou uma situação que poderia lhe render a primeira crise no Governo, a partir de janeiro, e no setor que mais admira: as Forças Armadas. Querido por muitos na Marinha, Aeronáutica e, em especial, no Exército (de onde é egresso), o general Augusto Heleno não é, no entanto, uma unanimidade no Estado Maior como indicado para ministro da Defesa. Em agenda de emergência, oficialmente mostrando prestígio com as Forças, mas nos bastidores apagando incêndio, Bolsonaro visitou os três comandantes e solicitou que indicassem, então, um nome de consenso para o Ministério da Defesa. Apesar de uma pasta civil, o cargo é controlado pela turma do quepe.

    Perto do homem

    Para driblar a situação delicada, coube ao General Heleno se antecipar e soltar à mídia que prefere ser nomeado para o comando do Gabinete de Segurança Institucional.

    Tropa de Elite

    É o COT - Comando de Operações Táticas da Polícia Federal quem escoltou[...]

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  • Lei das Estatais deve barrar militares no governo Bolsonaro

    O Governo civil formado por militares que o presidente eleito Jair Bolsonaro esboça, para prestigiar as Forças Armadas, deve ser limitado, ao contrário do que previa. Haverá oficiais nos ministérios – ministros ou chefias de segundo escalão – porém muitos da turma do quepe não poderão ser convocados para a direção de empresas públicas por causa da nova Lei das Estatais. Está bem claro na Lei 13.333, em parágrafos do Artigo 17. A legislação, recente, restringe a técnicos com atuação de 10 anos no setor público ou privado o indicado para comando das estatais – e muitos oficiais cotados estão nos quartéis, ou nos administrativos dos Comandos.

    Restrições

    Outro parágrafo determina que o diretor, vice-diretor, ou membro de conselho da estatal tenha pelo 4 anos em cargos de chefias de empresas públicas ou mistas.

    Te cuida, povo

    Haverá atiradores de elite nos terraços dos prédios da Esplanada durante a solenidade de posse de Jair Bolsonaro na[...]

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  • Base de Bolsonaro pretende comandar principais comissões no Congresso

    Além da presidência da Câmara Federal, a base do futuro Governo de Jair Bolsonaro (PSL) projeta comandar as principais comissões da Casa. Com 52 deputados, segunda maior bancada depois do PT, o PSL mira especialmente a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), colegiado mais importante. Filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que volta como o mais votado do País, é um dos nomes cotados para comandar a Comissão. O parlamentar é advogado e policial federal licenciado.

    Chancelaria

    O mais cotado para chanceler do Itamaraty no Governo Bolsonaro é o jovem embaixador Hernesto Fraga, Chefe do Departamento das Américas.

    Esqueceram de nós

    Ninguém visita mais Lula da Silva (PT) e Eduardo Azeredo (PSDB) na cadeia. É o medo dos correligionários de ficar para companhia permanentemente..

    Faz sentido

    Após o despacho dos mineiros nas urnas, Dilma Rousseff, que só voltou a BH para disputar o Senado, voltará a morar em Porto Alegre, no bairro...[...]

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  • PSB faz balanço de olho em Barbosa e irmão de Campos

    O PSB faz hoje na sede do partido, em Brasília, balanço da campanha de 2018 com alguns constrangimentos. Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, reunirá executivos para detalhar avanços e lições, de olho em duas situações em especial. Após desistir de se candidatar a presidente do Brasil, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa saiu da sombra e quer visibilidade. Enquanto lida com o episódio doo irmão do falecido Eduardo Campos, Antônio Campos. Tonca, como é chamado, ameaça entrar na Justiça por uso de imagem do avô, Miguel Arraes, pelo governador Paulo Câmara, sucessor de Eduardo que se reelegeu para o Governo de Pernambuco.

    Histórico

    Tonca foi derrotado na eleição para deputado estadual pelo Podemos. Em 2016 perdeu a disputa pela prefeitura de Olinda. O sobrinho, João, filho de Eduardo, se elegeu federal.

    Do leme

    Ventos de proa do Palácio do Planalto indicam que o futuro comandante da Marinha é o Vice Almirante Ilques Barbosa Junior.

    Society[...]

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