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Domingo, 18 de Novembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Temer, Jucá, Eunício e ministros palacianos fazem a reunião da despedida

    Uma reunião de horas no gabinete presidencial na noite da quarta-feira foi o tampo do caixão político, por ora, dos principais caciques do MDB e do País no atual cenário. Frente a um presidente Michel Temer inerte na poltrona, os ministro Moreira Franco, Eliseu Padilha, e os senadores Romero Jucá e Eunício Oliveira – presidente do Congresso Nacional – protagonizaram lamúrias sobre o resultado da eleição e se perguntaram o que será deles a partir de janeiro. Todos estarão sem mandato eleitoral. Todos são réus em processos da Lava Jato no STF. Temer é alvo da Polícia Federal no inquérito sobre suspeita de beneficiar empresa em decreto para o Porto de Santos.

    Maioridade

    Caso se eleja, Bolsonaro quer mostrar trabalho já em 2019 mexendo na Constituição: a redução da maioridade penal. Ele quer para 16; o grupo político fala em 17 anos.

    Baixa gaúcha

    PT e MDB tiveram baixa na Câmara Federal. Não se reelegeram Marco Maia (PT), ex-presidente da Casa, e[...]

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  • PAC de Temer, Avançar empaca e presidente não cumpre promessa

    A dois meses do fim do Governo “tampão”, o presidente Michel Temer não irá cumprir a promessa feita quando tomou posse em 2016, após o impeachment da ex-presidente Dilma (PT). Ele prometera concluir mais de 7 mil obras paralisadas no País. Criou o programa Avançar baseado no modelo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), dos Governos Lula e Dilma. O último balanço do Avançar, elaborado pelo Ministério do Planejamento, mostra que apenas 30,5% do total de projetos previstos foram concluídos até agora e “98,5% estão em andamento”.

    Avatar

    Nos bastidores de Brasília, e do próprio Governo, o Avançar, o PAC do Temer, é apelidado de ‘Avatar’. Ficou na ficção.

    Antecipados

    Ciro, Alckmin e Marina já se telefonam desde a segunda-feira, para conversas sobre rumos do eventual 2º turno. Foi ideia de Ciro após o debate no SBT. Haverá reuniões.

    Patronais x trabalhadores

    Panorama da polarização eleitoral: a classe patronal está com Bolsonaro,[...]

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  • Dois anos após posse, Temer cria Conselho da Transparência

    Preocupado com a investigação da Polícia Federal sobre um decreto que supostamente beneficia empresa no Porto de Santos, e com a mais baixa popularidade da História, o presidente Michel Temer só agora, dois anos depois de tomar posse, decidiu dar mais transparência à gestão. O Decreto nº 9.468, publicado ontem no D.O., cria o Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção. Será composto por 14 membros, entre titulares e suplentes, de vários ministérios e do Palácio. Abriu vaga também para uma entidade civil que tenha experiência em dados e controle de fiscalização.

    Pós-APO

    A Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO) existe há mais de ano. Mas só ontem o Palácio a oficializou no Decreto 9.466, que regulamenta a lei que a criou.

    MC Lasca

    Em tempos de crise de credibilidade política, os candidatos também não ajudam. Foi registrado no TSE a candidatura de MC Bandida (Avante) a deputada distrital no DF.

    Bloco do cardápio

    Frente[...]

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  • Vazia, Vice-Presidência consumiu quase R$ 5 milhões nos últimos sete meses

    Sem ocupante desde maio de 2016, a Vice-Presidência da República consumiu dos cofres públicos, no últimos sete meses, mais de R$ 4,91 milhões. O cargo está vago desde que o então titular, Michel Temer, assumiu a Presidência - interinamente e depois definitivamente - no lugar da petista Dilma Rousseff, apeada pelo impeachment. Dados do Portal da Transparência mostram que os gastos do órgão em 2016 e 2017 somaram, respectivamente, R$ 11,28 milhões e 11, 99 milhões.    

    Dispendiosa

    Apenas oito servidores, em funções comissionadas, integram os quadros da dispendiosa Vice-Presidência da República. Além dos salários, os milhões são destinados para manutenção do órgão e despesas com água, luz e limpeza.  

    Não sobra um

    O novo ministro do Trabalho, Caio Luiz Vieira de Mello, tem 24 infrações trabalhistas - inclusive por trabalho análogo à escravidão - revelou a Folha.

    Vista grossa

    Onde estão a ABIN e o GSI na análise de currículos para[...]

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