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Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Pesquisas do PSDB também indicam baixa de Alckmin

    Assim como nas pesquisas oficiais, registradas no Tribunal Superior Eleitoral, o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, está com as asas podadas também em sondagens realizadas diariamente pelo PSDB, os chamados tracking. O partido tem realizado, em média, 2 mil entrevistas por dia. Recente tracking – à qual Coluna teve acesso – mostra Jair Bolsonaro (PSL) com 30% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), 17%; Ciro Gomes (PDT), 13%; Alckmin, 10%; e Marina Silva (Rede), com 6%.

    Revoada

    Grão-tucanos atribuem o revés de Alckmin à falta de empenho de líderes das legendas do Centrão que, como citamos, já esboçam apoio a Bolsonaro ou Haddad.

    Voltando

    Jair Bolsonaro avisou à família que vai a todos os debates de TV de um eventual 2º turno. Pretende aparecer bem disposto na TV e nas ruas, para mostrar saúde perfeita.

    Não quero!

    Preso numa salinha da Sede da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Lula diz aos visitantes que[...]

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  • PSDB turbinou a campanha de Richa com R$ 1,2 milhão

    Numa inédita prisão – dois pedidos num dia, pelo Gaeco, da Polícia Civil, e pela Lava Jato, da Polícia Federal – o ex-governador do Paraná Beto Richa, que disputa o Senado, é um dos principais ‘investimentos’ do PSDB nacional. Encabeça a lista de tucanos com repasses do fundo eleitoral do partido. A executiva do PSDB repassou nada menos que R$ 1,2 milhão para o comitê de Richa. O candidato torrou R$ 870 mil na produção de programas de rádio e TV. Seu registro de candidatura ainda não foi deferido pelo TSE. Com a prisão, pode haver pedido de impugnação, apesar de não ser condenado.

    Peso nas costas

    A prisão de Richa atinge em cheio a campanha de Geraldo Alckmin ao Planalto, que terá de se explicar todos os dias. Richa é o principal aliado de Alckmin no Estado.

    E agora, Justiça?

    Mesmo com a prisão temporária – Richa pode sair daqui cinco dias – o tucano tem chances de continuar na disputa, por ser, por ora, Ficha Limpa. A conferir.

    Ou[...]

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  • PSDB entra na linha de tiro da Lava Jato com delator

    Caciques tucanos não escondem a preocupação com o avanço das investigações da Lava Jato que podem fulminar a campanha presidencial do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A força-tarefa do Ministério Público em São Paulo foi ampliada há um mês. Uma das linhas de investigação mais avançada, que apura pagamento de propina a tucanos de alta plumagem, segue no Rio de Janeiro, com o juiz da Lava Jato Marcelo Bretas. A investigação foca nos repasses ao operador Adir Assad.

    Alckmin & Serra

    O operador Adir Assad confessou ter recebido R$ 46 milhões por meio de empresas de fachada que venceram concessões nas gestões tucanas de Alckmin e José Serra.

    Enxurrada

    O Governo de Minas não depositou até ontem a terceira das quatro parcelas do 13º salário do funcionalismo. E o BB interrompeu o crédito para os servidores.

    Que raquetada !

    Os Correios serão o operador logístico do squash. Segundo contrato de inexigibilidade de licitação, vai investir R$ 700 mil na[...]

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  • Temer e o ex-presidente José Sarney seguram Segovia no cargo

    Alvo até do Supremo Tribunal Federal por suas declarações contraditórias, o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, será blindado pelo Governo. Deputados da base receberam orientação do Palácio para derrubar todos os requerimentos de convite e convocação do DG na Câmara e Senado. Desde que assumiu o comando da corporação, Segovia tem falado além da conta, em entrevistas que conotam desqualificar investigações da própria PF sobre o presidente Michel Temer. Não bastasse, o delegado já se reuniu com Temer no Palácio a sós, fora da praxe do cargo.

    Quem segura

    Dois padrinhos seguram, hoje, Segovia no cargo. O presidente Temer e o ex-presidente José Sarney. Se dependesse das associações dos policiais e delegados, já tinha caído.

    História

    O aprovado ‘mandado de busca e apreensão e de captura coletivo’ no Rio tem precedente. Foi ferramenta jurídica utilizada no regime militar pela Polícia do Exército.

    Bloco do arrastão

    A sede da[...]

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