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Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Pesquisas do PSDB também indicam baixa de Alckmin

    Assim como nas pesquisas oficiais, registradas no Tribunal Superior Eleitoral, o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, está com as asas podadas também em sondagens realizadas diariamente pelo PSDB, os chamados tracking. O partido tem realizado, em média, 2 mil entrevistas por dia. Recente tracking – à qual Coluna teve acesso – mostra Jair Bolsonaro (PSL) com 30% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), 17%; Ciro Gomes (PDT), 13%; Alckmin, 10%; e Marina Silva (Rede), com 6%.

    Revoada

    Grão-tucanos atribuem o revés de Alckmin à falta de empenho de líderes das legendas do Centrão que, como citamos, já esboçam apoio a Bolsonaro ou Haddad.

    Voltando

    Jair Bolsonaro avisou à família que vai a todos os debates de TV de um eventual 2º turno. Pretende aparecer bem disposto na TV e nas ruas, para mostrar saúde perfeita.

    Não quero!

    Preso numa salinha da Sede da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Lula diz aos visitantes que[...]

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  • Haddad cresce em segmentos desdenhados por adversários

    Não se limita à transferência espontânea de votos de Lula da Silva para Fernando Haddad o súbito crescimento do petista nas pesquisas para presidente. A agenda de campanha diferenciada, pautada por Lula, ajuda muito. São segmentos e setores onde os adversários ainda não mostraram as caras para valer. Duas delas explicam. Manuela D’ávila, a vice de Haddad, soltou vídeo de apoio às demandas LGBT e questões de direitos humanos. Haddad conversou com pescadores em Itajaí. Santa Catarina é o maior estado pesqueiro do Brasil, e um discurso via rádio alcança os pesqueiros em boa parte da costa do País. Atinge o público de Lula, que precisa apresentar Haddad.

    Então..

    .. não é só o poder de Lula, direto da cadeia. É que nenhum presidenciável falou ainda diretamente a estes grupos que trazem votos. Além da transferência de votos, claro.

    Nas ondas

    O efeito do rádio é imediato nas classes B e C – o eleitor de Lula e do PT, e agora de Haddad. Lula sabe[...]

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  • Centão pode debandar para Haddad

    Diante do pífio e irreversível desempenho do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, partidos do chamado “Centrão”, seus aliados, começam a prospectar apoio aos concorrentes do eventual segundo turno das eleições. Ao selar a aliança com DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, em julho, o tucano apostou todas as fichas na alavancagem nas pesquisas. A estratégia não deu certo. Alckmin estacionou no patamar dos 6%. Hoje, a aposta de caciques das legendas do Centrão é de um segundo turno com discuta “acirrada” entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Vitaminado

    Com exceção do DEM, os demais partidos estão mais propensos as apoiar o pupilo-poste do ex-presidente Lula, que manda na campanha direto da cadeia.

    Fisiologia

    Mas o Centrão com o PT pode causar efeito contra Haddad – que ocorreu com Alckmin: o eleitor identifica os partidos com o esquemão que reinou nos últimos governos.

    Cadê ele?

    O PSDB escondeu FHC na campanha de Alckmin.[...]

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  • Com General no STF, Toffoli reforça segurança contra arapongas

    Engana-se quem esquadrinha a ida do general Fernando Azevedo para o gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, como um aceno às Forças Armadas ou amparo a eventual decisão polêmica. Toffoli sabe onde pisa. Literalmente – e um caso recente justifica o emprego do militar. O ministro teme grampos, escutas e arapongas disfarçados de visitantes na Corte. Até hoje a Secretaria de Segurança do STF e a Polícia Federal não descobriram quem instalou uma escuta ambiental na caixa de cabos de energia, debaixo da mesa do gabinete do ministro Luís Barroso, descoberta já inativa, como revelou a Coluna há dois anos.

    Alvo potencial

    Há forte suspeita de que o alvo foi o ministro recém-aposentado Joaquim Barbosa, relator do Mensalão do PT, e ocupante antecessor do gabinete de Barroso.

    Sem pressa

    Não foi por acaso que Dias Toffoli cantou Legião Urbana com ênfase ao trecho “temos nosso próprio tempo” na festa de sua posse.

    UTI[...]

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