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Sexta-Feira, 18 de Janeiro de 2019
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Rolim aponta que militares tem culpa no déficit da Previdência

    O atual secretário-adjunto de Previdência Social, Leonardo Rolim, apontou, há dois anos, que os militares já respondiam, à época, por quase metade do rombo da Previdência dos servidores públicos da União, apesar de representarem apenas um terço dos servidores. Rolim é consultor do Orçamento da Câmara dos Deputados e agora integra a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Está subordinado ao Secretário Especial de Previdência, Rogério Marinho. Pelas projeções do consultor, o déficit dos militares aumentará lentamente ao longo das próximas décadas, até 2090.

    O regime da previdência dos militares, que registrou déficit de R$ 32,5 bilhões de reais em 2015, saltou para R$ 40,5 bilhões no ano passado.

    Empossado na última semana, o novo comandante do Exército, general Edson Leal Pujol defendeu que os militares fiquem de fora da reforma da Previdência que será enviada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso.

    Além da reforma da[...]

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  • União e governos cometeram erros com a Segurança Pública

    A União e os governos estaduais adotaram planos de segurança inadequados nos últimos anos para conter a onda de violência turbinada por lutas entre facções. Todos (estados e Governo Federal) desconsideram a crise-gêmea do setor penitenciário e suas relações intrínsecas e simultâneas com a crise de segurança pública. Essas conclusões foram entregues e apresentadas pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará, à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que, ao longo de 2018, discutiu a questão orçamentária e reflexos econômicos da crise da segurança pública.

    O professor aponta que, mesmo após várias gestões enfrentando problemas de segurança pública, os governos desconsideraram a consolidação do tráfico de drogas e estruturação das facções nos seus Estados (desde meados de 2000 – PCC, CV e várias facções locais).

    O Ceará, que está sob ataque de criminosos há 11 dias, é um dos estados que, segundo a[...]

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  • Fábio Ramalho busca apoio para o Comando da Câmara

    Candidato à presidência da Câmara, o deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) tem mapeado e conversado com possíveis dissidentes dos 12 partidos que, até agora, formalizaram apoio à reeleição do rival Rodrigo Maia (DEM-RJ). Estão na mira de Ramalho principalmente deputados de legendas do Centrão: PR, PSD, PRB e PSC, além de representantes do PSDB e Solidariedade. As 12 legendas que fecharam apoio à reeleição de Maia somam mais de 260 parlamentares.

    Além de Fábio Ramalho, o MDB terá outro candidato à presidência da Câmara: Alceu Moreira (RS). A bancada emedebista perdeu força na Casa. Tinha 66 deputados na última legislatura e agora conta com 34 parlamentares.

    Sem consenso e sem votos para competir com Rodrigo Maia, partidos de oposição tendem a se dividir em várias candidaturas para marcar posição contra a reeleição do democrata.

     

     

     

    Reforma Agrária

    Alvo de nova polêmica do Governo de Jair Bolsonaro (PSL), a reforma agrária retrocedeu durante[...]

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  • Levy será o curinga da Equipe Econômica no Governo

    Além de presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ex-ministro Joaquim Levy atuará como conselheiro da equipe econômica para temas como investimentos em logística e infraestrutura, privatizações e reestruturação financeira de Estados e municípios. Antes de ser empossado no comando do bancão, em cerimônia no Palácio do Planalto, Levy se reuniu com o núcleo duro do Governo do presidente Bolsonaro e reafirmou que a prioridade, à frente do BNDES, será a transparência na atuação da instituição. Bolsonaro soltou um “a caixa-preta do BNDES será aberta”.

     

    O ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff é visto na Esplanada como nome que tranquiliza o mercado e pode ocupar outros postos em caso de baixas na equipe.

     

    Aumenta o som

     

    A amigos que foram visitá-lo na prisão, nos primeiros dias do ano, Lula pediu para que aumentem o som do microfone da vigília que representantes de movimentos sociais fazem em frente ao[...]

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