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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • 12 vice-presidentes da Caixa custaram mais de 7,8 milhões

    Apadrinhados por partidos políticos alinhados com o Palácio do Planalto, os 12 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal custaram aos cofres públicos mais de R$ 7,8 milhões no último ano em salários e benefícios como férias, auxílio-alimentação, auxílio-moradia, plano de saúde e Previdência Complementar. A inchada estrutura do Conselho de Administração do banco público conta com mais 38 cargos (são 20 diretorias executivas) que somaram remuneração de R$ 38 milhões em 2017.

    Impessoal

    Além do afastamento dos 12 vice-presidentes, o Ministério Público recomendou que a Caixa adote “processo seletivo impessoal” para os cargos do Conselho de Administração.

    “Head hunter”

    O MP sugere que seja contratado serviço de recrutamento (“head hunter”) por meio de processo licitatório, “tomando-se a cautela de selecionar instituição de reputação reconhecida no mercado”.

    Que se apure

    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) fala em “antro de[...]

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  • Petrobras planeja transferir gestão de campos de petróleo

    Funcionários da Petrobras do Rio e de Macaé estão indignados pois a empresa planeja transferir a gestão de diversos campos de petróleo do litoral fluminense da Bacia de Campos – como Roncador e Albacora Leste – para o Espírito Santo. No passado, quando comandada por dirigentes ligados ao PT e ao PMDB, a estatal já havia feito o mesmo com diversos campos do litoral fluminense para viabilizar a unidade da Petrobras em Santos. Os técnicos veem suposta influência política na transferência da gestão desses ativos.

    Reestruturação

    À Coluna, a Petrobras nega influência política e posiciona que o Conselho de Administração da empresa aprovou em outubro de 2017 a reestruturação nas áreas operacionais de Exploração de Produção e de Refino e Gás Natural.

    Economia

    A empresa sustenta que haverá uma economia de 35 milhões por ano e redução de 11% no número de funções gerenciais, “mas nenhuma demissão irá ocorrer”.

    Bala na agulha

    O advogado[...]

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  • Prisão domiciliar de doleiro está sendo investigada

    O juiz federal Ricardo Leite, da 10ª vara, em Brasília, encaminhou ofício à Polícia Federal e ao Fórum de Vargem Grande do Sul (SP) com pedido de informações sobre a prisão domiciliar do doleiro Lúcio Funaro – operador financeiro de esquemas de corrupção do PMDB. No despacho obtido pela Coluna, Ricardo Leite fala sobre dificuldades de monitorar o doleiro – que cumpre prisão em sua mansão monitorada por câmeras. “Haja vista o reduzido quadro de servidores disponíveis e a inexistência nesta Unidade de sala com monitores que operem diuturnamente e em número suficiente, bem como a ausência de corpo de segurança que avalie a adequação das câmeras”, aponta o juiz.

    Big Brother

    Ricardo Leite também constata que as câmeras “não abrangem a totalidade da área ocupada pela propriedade” e determina: a defesa de Funaro “deve entregar um mapa de cobertura das câmeras e as gravações colhidas entre os dias 20 e 31 de dezembro”.

    Carta precatória[...]

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  • CNJ lança Guia de segurança pessoal para magistrados

    Lançado em 2017 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o “Guia de segurança pessoal para magistrados” traz orientações a juízes como: usar nome diferente para fazer reservas em restaurantes, evitar embriaguez, além de outras dicas. Mas, ao que parece, o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Roberto Veloso, e o presidente do TRF-4, Thompson Flores, não seguem à risca as recomendações da cartilha. Eles estiveram em Brasília para tratar da segurança de juízes e magistrados durante o julgamento do ex-presidente Lula e falaram de ameaças com a imprensa (caso de Veloso), com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e com a presidente do STF, Cármen Lúcia.

    Cautela

    O guia, no entanto, é claro: “Tenha cautela na exposição à mídia, não se mostre de maneira que o público pense que você teme atos violentos ou os subestima”.

    Ameaças

    O presidente da Ajufe, Roberto Veloso, diz que as ameaças não são recorrentes e é “esse caso[...]

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