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Terça-Feira, 11 de Dezembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Tucanos apontam Tasso como ‘salvador’ de Bolsonaro no Senado

    O PSDB e o senador Tasso Jereissati (CE) avaliam que são cada vez maiores as chances de o tucano vencer a eventual disputa com Renan Calheiros (MDB-AL) pela presidência do Senado em 2019.

    Caciques da legenda projetam que Tasso poderá ter o apoio fechado da base do Governo de Jair Bolsonaro (PSL), que terá 23 senadores – o Planalto deve entrar oficialmente na disputa em Janeiro, quando indicará o seu escolhido para apoiar.

    Para os tucanos, aliados do Palácio e os senadores indecisos, nestes tempos de ‘bolsonarismo’ em alta, o bom senso indica aos senadores não peitar, de início, o presidente eleito.

    Já o Governo de Transição aposta numa candidatura que não seja de Renan, considerado um ‘dilmista’ e um senador de oposição ao futuro Governo. Renan, no entanto, é coringa veterano. Tem suas cartas e muitos aliados na Casa Alta.

    Dissidentes

    Os tucanos também miram dissidentes do MDB, que não querem Renan de volta ao comando do Senado, e até[...]

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  • PSL perde força para negociar candidatura após vazamento de conversas

    Caciques do PSL querem estancar o quanto antes a crise provocada pelo bate-boca virtual entre parlamentares eleitos - cujas conversas pelo whatsapp vazaram para a imprensa - para evitar que a bancada inicie a próxima legislatura rachada.

    Perdeu força a ala do partido que vinha defendendo candidatura própria da legenda à Presidência da Câmara.

    Isolado por outros partidos que devem apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o PSL já se contenta em ocupar cargos na Mesa-Diretora e comandar pelo menos três das principais comissões da Casa: de Constituição e Justiça, Agricultura e a de Finanças e Tributação, que analisa a adequação financeira das propostas apresentadas na Câmara.

    Exportadoras acumulam prejuízos por causa do câmbio, conta associação

    Empresas exportadoras brasileiras acumulam nos últimos anos prejuízo bilionário por conta da formação de cartel e da manipulação de taxas de câmbio feitas por bancos e instituições financeiras.

    A[...]

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  • Turma da boquinha não esquece os cargos em novo Governo

    Os políticos sem-cargos no futuro Governo, a despeito da decisão de seus partidos de não interferirem no processo ou pedir vagas, estão colando em seus aliados indicados ministros para tentar ficar em Brasília.

    Sejam os reeleitos, que querem indicar apadrinhados, ou os que perderam eleição, que almejam nomeações para continuarem a circular em Brasília.

    É um ‘submundo’ de negociatas de cargos abaixo do presidente eleito Jair Bolsonaro, que fecha os olhos para o ‘toma-lá-dá-cá’ que tanto combate. Nesse cenário entram políticos de vários partidos, como MDB, PSDB, DEM, e outros.

    Tucanos, por exemplo, estão vagando pela Transição e colaram na futura ministra da Agricultura, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), com quem têm afinidade.

    Aliás, eles têm aval para isso. Além de Tereza, o principal interlocutor do tucanato para entrada no Governo é o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Em recente almoço da Frente Parlamentar da[...]

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  • Senado cobra Transição e tenta salvar COP-25 para o Brasil

    A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado vai enviar requerimento ao Governo de Transição para que seja revista a desistência do Brasil de sediar a COP-25 (Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas).

    Semana passada, o Itamaraty comunicou à ONU a retirada da candidatura alegando “restrições fiscais e orçamentárias” – medida que vai ao encontro das pretensões do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), um crítico do Acordo.

    O presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTC-AL), dialoga com interlocutores da Transição para tentar reverter a decisão. “É conversa para boi dormir”, afirma Collor sobre a alegação de falta de verbas.

    Vai nessa!

    Na sabatina do embaixador indicado para a Síria, Fábio Pitaluga, há dias, o senador Collor exibiu vídeo de 10 minutos sobre a cidade de Homs destruída. Missão difícil.

     

    MEC abre ‘janela’ para cursos de Medicina e surpreende faculdades

    Quem sabia, correu e pegou;[...]

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