Com duas pratas seguidas, Brasil busca fim do “quase” no vôlei

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A derrota de virada por 3 a 2 para a Rússia, na final do vôlei masculino da Olimpíada de Londres, ficou no passado. Mas ainda serve como motivação para o Brasil na Rio-2016.

Do lado brasileiro estiveram nos dois jogos o levantador Bruninho, o oposto Wallace, o central Lucão e o líbero Serginho Escadinha. E, conhecedores do sabor da medalha de prata, eles não querem repetir a experiência quatro anos depois.

– Acho que dessa vez a gente não vai decepcionar a torcida, porque muitos daqui já passaram por um final e já sabem o gosto ruim de uma derrota. Então vamos fazer diferente – comentou Wallace, autor de 18 pontos na vitória sobre os russos, ontem, pela semifinal.

Escadinha e Bruninho também estiverem presentes em Pequim-2008. Na ocasião, o Brasil também foi à final, mas perdeu para os Estados Unidos por 3 sets a 1.

– Cara, eu quero que domingo chegue logo e a gente possa sair com o ouro. Só tenho que agradecer a esse grupo. Essa equipe já mostrou em diversas ocasiões que consegue jogar um grande voleibol em momentos importantes – disse o líbero.

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