Carlos Damião

Temas cotidianos da Grande Florianópolis, incluindo resgates diferenciados da memória histórica da região, são acompanhados de perto pelo colunista Carlos Damião, que tem mais de 30 anos de vivência profissional.

E segue o abuso na Mauro Ramos

Mobilidade

Voltamos à velha questão do posto da Mauro Ramos (foto). Leitor que passou pela região na sexta-feira percebeu a tranqueira completa da avenida por conta de um fato recorrente: motoristas irresponsáveis param seus automóveis na fila do desconto, interrompem o fluxo do trânsito, impedem a entrada de automóveis nas garagens e, pior ainda, não permitem que os ônibus parem nos pontos daquela via. A presença da Guarda Municipal e da Polícia Militar naquela avenida tem que ser mais constante. Não adianta meia hora de plantão para evitar os abusos: basta os agentes da lei virarem as costas e os maus cidadãos voltam a prejudicar ainda mais a nossa mobilidade.

Desalento

“Bom dia, Florianópolis. Belo dia para alagar a cidade, construir mais quatro elevados, virar urbanista, acreditar que haverá futuro”. Registro do tuiteiro Yuruga, no sábado pela manhã, quando voltava a chover bastante na Capital.

TCC do Beto

A data correta para a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso “Nas páginas de Beto Stodieck – caricaturista dos momentos e personagens”, dos formandos Camila Stuart e Fernando Guedert (Estácio de Sá) é esta quarta-feira, às 21h, e não no dia 10 como informou a coluna.

Dazaranha

Marcado para este dia 8, também, o lançamento do DVD “Natureza de Não Ser Igual”, Trabalho de Conclusão de Curso dos acadêmicos da Estácio de Sá Carlos Silva e Gustavo Zinder. Trata-se de um documentário sobre a trajetória da banda Dazaranha, o grupo musical catarinense mais conhecido nacionalmente. O lançamento será na Fundação Badesc, às 19h.

Segurança

Presença

Comércio todo começa hoje a fase de horários especiais, prolongando a jornada até 20h. Interessante observar – e um leitor enviou a imagem, acompanhada por um elogio – que a Polícia Militar está desenvolvendo um importante trabalho de patrulhamento na área central de Florianópolis. Objetivo é coibir ação de ladrões e punguistas.

Grande Didi

Reportagem do fim de semana, no Notícias do Dia, retratando o jornalista Valdir Alves e sua longa jornada em busca de tratamento para o coração, me fez lembrar da primeira internação prolongada de Didi, há 25 anos, por conta de seu problema de saúde. Ele era correspondente de O Globo em Santa Catarina e passou a incumbência profissional para este colunista, acreditando que não teria mais condições de trabalhar.

* * *

Mas aquela foi apenas uma entre as seis vidas que Didi já viveu. Agora conseguiu implantar células-tronco para corrigir o defeito de seu coração – defeito físico, é verdade, porque o outro coração, do carinho e da gentileza, sempre foi perfeito.

Expansão urbana

Será lançado no Espaço Cultural BRDE, amanhã, às 19 horas, o livro “A Expansão Urbana”, que discute os rumos do crescimento da indústria da construção civil em Florianópolis e as consequências que esse aumento traz para a região. A obra, de Edson Telê Campos, ressalta a importância de um planejamento coordenado entre todos os municípios da Grande Florianópolis.

Lista negra

Leitor Ari Silva acha que a coluna tem que dedurar os nomes das autoridades e servidores que insistem em fumar em locais fechados, apesar dos rigores da legislação e também das regras de civilidade – que independem de lei, mas de bom senso e educação. Se os abusos continuarem, vamos citar os nomes aqui, sim, Ari.

Fumacê

Outro leitor, que prefere não ser identificado, confessa sua surpresa com o que testemunha todos os dias, no Centro de Florianópolis: cada vez mais gente queima seus baseadinhos, na maior cara dura, sem qualquer pudor, em praças e outras vias públicas. O leitor acredita que “nem é necessário fazer campanha pela descriminalização da maconha e do crack, uma vez que o consumo parece liberado na Capital”.

Fortunas

Ainda sobre drogas: o painel montado em reportagem do Notícias do Dia, no fim de semana, sobre os perigos e a riqueza movimentada pelos barões do tráfico, só nos faz desconfiar ainda mais de certos comportamentos em casas noturnas de Florianópolis – que prosperam cobrando preços absurdos pelos produtos consumidos. Tem muita riqueza inexplicada e impune circulando na Capital…

Compras eletrônicas

Agora, não são mais apenas os consumidores comuns que podem realizar compras pela internet, por meio de sites de compras coletivas. Amanhã o Sebrae/SC e a Paradigma, empresa de soluções eletrônicas, lançam o portal Rede Empresas, novo canal que vai intermediar negócios entre grandes empresas compradoras e pequenos e microempresários. A estimativa é de movimentar R$ 15 milhões em negócios até o final de 2011.

Prêmio

A ACIF (Associação Comercial e Industrial de Florianópolis) lança amanhã, ao meio-dia, no Hotel Majestic, o Prêmio ACIF de Jornalismo, que tem o objetivo de reconhecer os profissionais de jornalismo que se destacam em suas áreas em Florianópolis.

Mobilidade 2

Desprezo

Carros estacionados sobre calçadas em Florianópolis não parecem surpreender mais ninguém. Mas o leitor Adalberto Luiz Nicolazzi manifesta sua indignação e registra imagens dos abusos. Enviou quatro situações para a coluna. Escolhemos uma delas para mostrar o quanto a cidadania é desprezada na cidade.

Cidadania

O programa Adote uma Praça, desenvolvido pela prefeitura de Florianópolis, já tem 70 espaços públicos assumidos pela iniciativa privada – o mais recente deles, a Praça Celso Ramos, de responsabilidade da WOA. O Forum de Criatividade e Imagem da Cidade, que reúne autoridades, FloripAmanhã e voluntários, está começando campanha para adoção do Koxixo’s, do trapiche da Beira-mar e do heliponto em frente ao Hotel Majestic.

Segurança

Os freqüentes acidentes nos elevados da Capital, que projetaram e mataram motociclistas, levaram o vereador Asael Pereira (PSB), a solicitar ao governo do Estado a colocação de telas de proteção nessas obras da engenharia, para garantir a segurança de motoristas, motociclistas e passageiros de veículos.

Sem silêncio

Quando abordamos aqui a questão do desrespeito à lei do silêncio (22h às 6h) em Florianópolis, não imaginamos que a repercussão seria tão extraordinária. Mário Cesar Pacheco registra que na Avenida Trompowsky também vai tudo mal, desde a madrugada, com motoqueiros barulhentos, até o início da manhã e nos fins de semana, com as obras de construção civil na região.

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