Altair Magagnin

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“Novos”, Carlos Moisés e Jair Bolsonaro adotam velha estratégia das emendas parlamentares

Eleitos sob o signo da “nova política”, o presidente Jair Bolsonaro e o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, ambos do PSL, lançam mão de um dos expedientes mais velhos na política: a liberação de emendas parlamentares.

Jair Bolsonaro e Carlos Moisés – Divulgação/ND

Não por coincidência, no momento em que precisam de apoio, respectivamente, no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa.

Bolsonaro liberou R$ 1 bilhão, às vésperas do início do debate sobre a reforma da Previdência. Moisés pretende liberar algo em torno de R$ 243 milhões, a partir de julho. Precisa criar um clima para aprovar projetos, dentre eles, a reforma administrativa.

Ambos alegam que as emendas são impositivas, ou seja, de execução obrigatória. De fato, mas elas só são pagas quando há vontade política para tal, senão ficam engavetadas. Nova política?

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