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Restaurante em Santo Antônio de Lisboa oferece 26 opções diferentes de pratos com ostras

O Freguesia Oyster Bar, há 18 anos em Florianópolis, apresenta variedade no preparo do molusco que é também o principal produto da tradcional Fenaostra

Karin Barros
Florianópolis
07/10/2016 às 13H20
Ostras - Daniel Queiroz/ND
Festival de ostras conta com 16 pratos diferentes com o molusco - Daniel Queiroz/ND



Para entrar no clima da 17ª Fenaostra, que começou na quinta e segue até o Dia das Crianças, no Centrosul, em Florianópolis, nada melhor que falar de ostras. Santa Catarina é o maior produtor do molusco do país, segundo o IBGE, e o evento fortalece o mercado.

Por aqui, o manezinho pode apreciar diversos tipos de pratos diferentes que incluem ostras. O Fregusia Oyster Bar, restaurante tradicional do fruto do mar, na rota gastronômica de Santo Antônio de Lisboa há 18 anos, é um exemplo disso e estará com um estande na festa. Eles apresentam em seu cardápio 26 opções de pratos que acrescentam o molusco, entre eles a ostra a dore, ao bafo, alho e óleo, gratinada, espetinho, exótica (crua), strogonoff, risoto, spaguetti e pastel.

O sonho de ter um restaurante nasceu quando de Leonardo Cabral Costa, 37, tinha ainda 15 anos, e já via o pai Luiz Carlos Costa, o Caio, 67, trabalhando como um dos primeiros maricultores da Capital ligado a um projeto da UFSC. As paredes do Freguesia foram levantas por Leonardo, e hoje a família detém de uma fazenda de ostras, um restaurante de ostras e um frigorífico, que vende ostras para outros estabelecimentos.

A primeira ideia do Freguesia era de ensinar as pessoas a comerem ostra, porque, segundo ele, se cultivava mas não se consumia no final da década de 1980. Por meio de muita cortesia, principalmente da ostra crua (ou exótica), eles buscam acostumar o paladar do cliente. “O manezinho não come muita ostra crua, e ela é o filé mignon do mar, o que tem de melhor em ostra. Quando você come uma ostra crua você não tem dúvida que ela está muito fresca, e isso não quer dizer que saiu do mar agora, mas que foi bem processada e tratada”, explica Leonardo, que dá validade ao molusco de cinco dias.

Leonardo Cabral Costa - Daniel Queiroz/ND
O empresário Leonardo Cabral Costa atua com a fazenda de ostras, restaurante e frigorífico - Daniel Queiroz/ND



O empresário explica que muito desse mistério que envolve o receio pela ostra crua é a aparência, que não é bonita, mas quando preparada para um prato, agrada. Durante a degustação, Leonardo acrescenta mel, limão e cachaça dentro da concha e oferece ao cliente. Ele também afirma que tomar cachaça depois de comer ostra para melhor digerir é lenda.

O Freguesia vende duas mil dúzias de ostras por semana, sendo que na temporada esse número quase triplica. No cardápio, eles trabalham, além dos pratos a la carte, com um festival de ostras, pelo valor de R$ 160 (duas pessoas), que inclui 16 pratos com ostra, e o menu degustação, com meia dúzia de ostra de cada tipo na mesa, por R$ 130 (duas pessoas). Entre as mais pedidas estão a ostra alho e óleo e a gratinada.

Serviço

O quê: Freguesia Oyster Bar
Onde: rua Cônego Serpa, Santo Antônio de Lisboa, Fpolis
Quando: de segunda a segunda, das 11h às 23h45

O quê: 17ª Fenaostra
Quando: até 12/10
Onde: Centrosul, avenida Governador Gustavo Richard, 850, Centro, Florianópolis
Quanto: R$ 15 e R$ 7,50 (meia). Crianças com menos seis anos não pagam

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